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Dfnity apresenta versão descentralizada do LinkedIn chamada “LinkedUp”

24/01/2020 - 16:58
Traduzido e editado por Daniela Pereira do Nascimento
dfinity linkedup
LinkedUp é uma opção descentralizada da maior rede social do mundo corporativo (Imagem: Crypto Times)

Ontem, 24, Dfinity apresentou um lançamento limitado de seu serviço de armazenamento em nuvem que possui uma versão de código aberto do LinkedIn chamada “LinkedUp”.

O aplicativo social foi apenas uma demonstração, mas ofereceu uma prévia sobre como um aplicativo iria funcionar na arquitetura distribuída (chamada de “Internet Computer”) da Dfinity, que a startup espera que um dia seja adversária da Amazon AWS, Google Cloud e Microsoft Azure.

Essa demo foi a primeira atualização significativa de desenvolvimento da Dfnity desde novembro, quando a startup lançou um SDK (kit de desenvolvimento de software) alpha e divulgou os detalhes para a linguagem de contratos inteligentes da rede.

Depois disso, o desenvolvimento tem sido escasso, e ainda não há uma linha do tempo para o lançamento público do Internet Computer.

Dfinity poderia estar tomando uma abordagem moderada considerando seu propósito ambicioso, além dos atrasos de desenvolvimento. Mas uma coisa é certa: capital nas mãos não é um problema.

Em 2018, Dfinity levantou mais de US$ 160 milhões em algumas rodadas de financiamento realizadas pelos renomados criptoinvestidores a16z e Polychain Capital; esta última deu á Dfinity uma valoração pré-lançamento de US$ 2 bilhões.

Agora, Dfinity se une à Block.One como empresas de desenvolvimento em blockchain usando sua tecnologia para enfraquecer os atuais gigantes das redes sociais.

Essa abordagem faz sentido de forma conceitual, pois existe uma notável divisão entre as duas ofertas; uma favorece modelos baseados em blockchain.

A situação atual de aplicativos sociais que coletam e compartilham dados usuários sem o consentimento é bem documentada.

Por outro lado, competidores descentralizados almejam preservar dados já que estruturas de dados não são de propriedade nem são controladas por apenas uma entidade corporativa.

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Última atualização por Daniela Pereira do Nascimento - 24/01/2020 - 16:59