IPCA

IPCA sobe 0,70% em fevereiro e acumula alta de 3,81%, acima das expectativas

12 mar 2026, 9:07 - atualizado em 12 mar 2026, 9:37
IPCA - inflação de alimentos e bebidas
(Imagem: Piman Khrutmuang's Images)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) voltou a acelerar no mês de fevereiro. A inflação oficial do Brasil subiu 0,70% em fevereiro, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (12).

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No acumulado dos 12 meses, a inflação subiu 3,81% — permanecendo dentro do intervalo de tolerância da meta perseguida pelo Banco Central (BC) de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Em janeiro, o índice de preços avançou 0,33% no mês, enquanto em fevereiro de 2025, a variação foi de 1,31%.

A expectativa do mercado era de que o índice acelerasse para 0,63%, e o acumulado dos últimos 12 meses ficasse em 3,74%, segundo a mediana das projeções coletadas pelo Broadcast.

Fonte: IBGE

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Destaques do IPCA de fevereiro 

O grupo que teve o maior impacto na inflação de fevereiro foi o de Educação, com uma alta de 5,21%, devido aos reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo. Dentro do grupo, os itens que amis subiram foram o dos cursos regulares (6,20%), ensino médio (8,19%), ensino fundamental (8,11%) e pré-escola (7,48%).

Transportes também contribuiu para a alta do segundo mês de 2026, com avanço de 0,74%. Os responsáveis pelo maior impacto foram passagem aérea (11,40%), seguro voluntário de veículos (5,62%), o conserto de automóvel (1,22%) e o ônibus urbano (1,14%).

Esses dois grupos juntos, representam, aproximadamente, 66% do resultado do mês.

Logo em seguida vem o grupo de Saúde e cuidados pessoais (0,59%), sobressaem os artigos de higiene pessoal (0,92%) e o plano de saúde (0,49%).

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Em Habitação a alta foi de 0,30% em fevereiro, após queda de 0,11% em janeiro. O destaque fica para taxa de água e esgoto (0,84%), energia elétrica residencial (0,33%).

No grupo de Alimentação e bebidas, a alta foi de 0,26% com influência da alimentação no domicílio (0,23%) e da alimentação fora do domicílio (0,34%).

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduanda em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.

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