Carteira Recomendada

10 ações para ter na carteira com corte de juros no radar, segundo a Empiricus Research

31 jan 2026, 11:04 - atualizado em 31 jan 2026, 11:04
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(istock.com/da-kuk)

A Empiricus Research realizou algumas mudanças em sua carteira recomendada de ações para o mês de fevereiro. As ações da Multiplan (MULT3) deixam o portfólio para realizar o ganho, após valorização de 20,9% em janeiro, ante avanço de 12,6% do Ibovespa. No lugar, entra Smart Fit (SMFT3).

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A analista Larissa Quaresma pondera que, mesmo após a recente alta da bolsa, algumas teses de alta qualidade permaneceram estáveis e não acompanharam o movimento, como é o caso da Smart Fit.

Na avaliação da casa, além de um robusto potencial de expansão, a rede de academias tende a ter ganhos de margem bruta e operacional ao passo que as novas unidades amadurecem e a demanda por academias cresce no país.

“Após uma sinalização de pressão nas margens em 2026, o papel sofreu uma desvalorização abrupta, que consideramos exagerada e oportunidade de compra, negociando a um múltiplo Preço/Lucro para 2026 de 14 vezes nas nossas estimativas”, coloca a analista.

A Empiricus também elevou a exposição ao Nubank (ROXO34), sendo um dos nomes mais sensíveis a juros do setor financeiro, dado que seu custo é majoritariamente atrelado ao CDI/Selic.

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Completam o portfólio as ações da Porto (PSSA3), Itaú (ITUB4), Equatorial (EQTL3), Localiza (RENT3), Cosan (CSAN3), Rede D’or (RDOR3), Direcional (DIRR3) e Prio (PRIO3).

A seleção, segundo a analista, visa manter o portfólio responsivo a juros e com pouca exposição ao dólar, para capturar maiores retornos em um momento de flexibilização monetária e continuidade do enfraquecimento do dólar.

Em janeiro, a carteira teve desempenho positivo de 8,9%, contra alta de 12,6% do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira.

Cenário atual

A analista Larissa Quaresma destaca que o início de 2026 tem sido marcado por forte fluxo de capital para mercados emergentes, beneficiando a bolsa brasileira e dando continuidade ao movimento observado em 2025.

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“Esse ambiente reflete, em grande parte, um dólar globalmente mais fraco, historicamente associado a janelas favoráveis para ativos emergentes. A fraqueza da moeda americana tem pano de fundo geopolítico e institucional”, avalia.

No Brasil, o principal diferencial de 2026 é o início iminente do ciclo de corte da taxa básica de juros (Selic).

“A perspectiva de uma flexibilização monetária relevante ao longo do ano viabiliza uma atratividade relativa ao mercado acionário local, sustentando múltiplos, favorecendo o crescimento dos lucros e mantendo o fluxo estrangeiro como força importante para a bolsa”, diz a analista.

Veja as ações recomendadas para fevereiro

Ticker Empresa Peso
ITUB4 Itaú 10%
PSSA3 Porto 15%
ROXO34 Nubank 15%
EQTL3 Equatorial 10%
SMFT3 Smart Fit 5%
RENT3 Localiza 10%
CSAN3 Cosan 10%
RDOR3 Rede D’Or 10%
PRIO3 Prio 5%
DIRR3 Direcional 10%

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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