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8 fundos imobiliários para comprar agora, segundo a XP

02 jul 2021, 12:23 - atualizado em 01 ago 2021, 19:25
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Para julho, a XP manteve a carteira inalterada

Os fundos imobiliários sofreram um duro golpe nos últimos dias devido à proposta de tributação encaminhada pelo Ministério da Economia. Apesar disso, os ativos continuam atraentes para os investidores, apontam analistas.

“Vemos os dividend yields dos FIIs negociando com spreads saudáveis (3.6 pontos percentuais) sobre o Tesouro IPCA 2030 (NTN-B 2030) e podendo amenizar a pressão nas cotas devido à nova possível tributação”, apontam os analistas da XP Investimentos Renan Manda, Lucas Hoon e Maria Fernanda Violatti.

Em junho, o IFIX apresentou performance de 2,5%, após a queda de 1,56% em maio, impulsionado negativamente pelos fundos do segmento de ativos logísticos e recebíveis.

O índice XPFI, índice geral de fundos imobiliários da XP, despencou 2,42%, enquanto o XPFT, índice de fundos imobiliários de tijolos da XP, caiu 2,26% e o XPFP, índice de fundos imobiliários de papel da XP, apresentou performance de 2,57%.

Para julho, a XP manteve a carteira inalterada.

“Na nossa visão os segmentos de shopping centers e lajes corporativas podem seguir mais pressionados no curto prazo mesmo após flexibilização das restrições em relação à circulação de pessoas e funcionamento das atividades de comércio e serviços, impactando em seus dividendos”, afirmaram.

Veja o portfólio:

Fundo Ticker Segmento Peso
CSHG Renda Urbana HGRU11 Híbrido 17,50%
BTG Logística BTLG11 Ativos logísticos 12,50%
XP Crédito Imobiliário XPCI11 Recebíveis 15%
VBI Prime Offices PVBI11 Lajes corporativas 10%
Capitânia Securities CPTS11 Recebíveis 15%
RBR High Grade RBRR11 Recebíveis 7,50%
Bresco Logística BRCO11 Ativos logísticos 10%
Vinci Logística VILG11 Ativos logísticos 12,50%

 

Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os 50 jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022 e 2023. É editor-assistente do Money Times. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os 50 jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022 e 2023. É editor-assistente do Money Times. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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