Mercados

Ibovespa futuro digere moeda comum com Argentina e dólar perde os R$ 5,20

24 jan 2023, 9:18 - atualizado em 24 jan 2023, 9:34
B3 Ibovespa 56
Ibovespa futuro recua e dólar sobe na abertura desta terça-feira (Imagem: Facebook/B3)

O Ibovespa futuro abriu esta terça-feira (24) em queda 0,37%, cotado aos 111.932 pontos. Mais tarde, o índice testava alta. Os investidores seguem atentos aos movimentos do chefe do poder executivo e aos mercados globais.

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Na segunda-feira (23), o índice futuro fechou com desvalorização de 0,55%, valendo 112.350 pontos.

Ainda nesta manhã, o dólar operava em alta de 0,16%, cotado a R$ 5,2160. Após poucos minutos de pregão, a divisa oscilava e perdia os R$ 5,20, cotação da véspera.

Ontem, a moeda fechou o dia em queda, após três altas seguidas e alinhado com o desempenho frente aos pares emergentes da divisa brasileira, enquanto, no front doméstico, ruídos sobre uma moeda comum envolvendo Brasil e Argentina ficaram no radar.

Mercados hoje

Ibovespa (IBOV) tem pregão hoje, pregão amanhã

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O Ibovespa (IBOV) tem uma sessão extra nesta semana para buscar forças e garantir uma  tendência firme de ganhos. Além do pregão de hoje, o dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo, não é feriado na Faria Lima.

Porém, os investidores não têm conseguido pegar o embalo dos mercados globais. Lá fora, a aposta de redução no ritmo de alta dos juros pelo Federal Reserve combinada com a perspectiva de retomada econômica na China, alimenta o apetite por risco. Hoje, porém, os ativos amanhecem com um leve viés negativo.

Por aqui, os mercados continuam torcendo o nariz para tudo que vem do novo governo. Depois de digerir com dificuldades as críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à autonomia do Banco Central e às metas de inflação, ontem foi a vez de reagir mal a novas declarações dele vindas da Argentina.

*Com Olivia Bulla e Reuters

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Editora-assistente
Editora-assistente no Money Times e graduada em Jornalismo pela Unesp - Universidade Estadual Paulista. Atua na área de macroeconomia, finanças e investimentos desde 2021.
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