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Ação da Unidas está barata (e pelos motivos certos)

13 mar 2020, 11:38 - atualizado em 13 mar 2020, 11:38
Unidas LCAM3
Oportunidade: ações da Unidas ainda não refletem o bom desempenho mostrado no balanço (Imagem: Money Times/Gustavo Kahil)

Após o tombo do Ibovespa nesta semana, dizer que a bolsa brasileira está barata é mais um demérito, que um mérito, devido à pressão da pandemia do coronavírus e da guerra do petróleo, travada entre árabes e russos. Por isso, ações que se tornaram atraentes pelos motivos certos merecem destaque. É o caso da Unidas (LCAM3).

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Para Renato Mimica e Lucas Marquiori, que assinam um relatório do BTG Pactual sobre o assunto, os múltiplos com que as ações da Unidas são negociadas ainda não capturaram todo o potencial da empresa, refletida nos números trimestrais divulgados há pouco.

É verdade que os números vieram um pouco abaixo do esperado pelo banco, mas não o suficiente para desagradarem. A receita gerada pela terceirização de frotas e locação de veículos (RAC) apresentou outro trimestre de forte avanço (43%).

O volume de locações avançou ainda mais (57%), mas foi compensada, em parte, pela queda média de 8% no valor das tarifas.

Seminovos

O segmento de revenda de veículos seminovos cresceu 51%. O BTG Pactual observa que o estoque de seminovos encerrou dezembro com aumento de 0,9 pontos percentuais sobre o quarto trimestre do ano retrasado, chegando a 8,6% do total da frota da Unidas.

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Ainda assim, o percentual é menor que os 10,1% registrados no terceiro trimestre.

O mais importante para os investidores, contudo, é que a os papéis da Unidas estão baratos e são negociados agora a 16 vezes a relação Preço/Lucro previsto para 2020. Os analistas ressaltam que o múltiplo ainda não reflete a recente dinâmica de “sólido crescimento e melhoria na execução”.

Veja o balanço do quarto trimestre da Unidas.

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Diretor de Redação do Money Times
Ingressou no Money Times em 2019, tendo atuado como repórter e editor. Formado em Jornalismo pela ECA/USP em 2000, é mestre em Ciência Política pela FLCH/USP e possui MBA em Derivativos e Informações Econômicas pela FIA/BM&F Bovespa. Iniciou na grande imprensa em 2000, como repórter no InvestNews da Gazeta Mercantil. Desde então, escreveu sobre economia, política, negócios e finanças para a Agência Estado, Exame.com, IstoÉ Dinheiro e O Financista, entre outros.
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