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Agora vai? Cosan (CSAN) está mais perto de fazer IPO de Moove; ação sobe

10 jul 2024, 10:47 - atualizado em 10 jul 2024, 12:49
Moove
Caso o pedido progrida, a holding quebrará uma seca de mais de dois de anos sem aberturas de capitais no Brasil (Imagem: Moove/Cosan)

A Cosan (CSAN3) apresentou à SEC, a CVM norte-americana, o pedido para abrir capital (IPO) nos Estados Unidos de sua subsidiária de lubrificantes, a Moove, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (10).

Caso o pedido progrida, a holding quebrará uma seca de mais de dois de anos sem aberturas de capitais no Brasil. Na bolsa, o papel da Cosan subia 1,42%, a R$ 14,28, por volta das 10h35.



Segundo o documento, a quantidade de ações ordinárias a serem vendidas e a faixa de preço da oferta proposta ainda não foram definidas.

Em junho, a Bloomberg já informou que a Cosan tem trabalhado com Bank of America, JPMorgan Chase e Citi para IPO.

A Moove produz, vende e distribui lubrificantes e graxas para os segmentos automotivo, agrícola, aéreo, naval e industrial. É uma das maiores produtoras e distribuidoras de lubrificantes e óleos básicos da América do Sul, também presente na Europa e Estados Unidos.

A Cosan conta com participação de 70% na enoresa, com outros 30% sendo da CVC Capital Partners, que adquiriu a fatia há seis anos. Na época, a empresa era avaliada em R$ 1,9 bilhão.

No primeiro trimestre, reportou um Ebitda, que mede o resultado operacional, de R$ 328,94 milhões, além de receita operacional líquida de R$ 2,439 bilhões.

O que o IPO da Moove representa para Cosan?

A analista da Empiricus Research, Larissa Quaresma, comenta que o IPO de subsidiárias da Cosan é o principal gatilho para a redução do desconto de holding do conglomerado, que, nas contas da casa, está em torno de 30%.

“Nesse sentido, o IPO da Moove seria benéfico para a reavaliação de CSAN3”, pontua.

Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os 50 jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022 e 2023. É editor-assistente do Money Times. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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