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Agricultura proíbe uso de antimicrobianos em ração para animais

24/01/2020 - 17:49
O uso excessivo de antimicrobianos está associado ao surgimento de bactérias resistentes, causadoras de doenças mais difíceis de tratar (Imagem: Pixabay)

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) decidiu tomar medidas para prevenir e controlar a resistência aos antimicrobianos, uma classe de fármacos muito usados em hospitais e receitados por médicos para tratamento em casa.

O uso excessivo de antimicrobianos está associado ao surgimento de bactérias resistentes, causadoras de doenças mais difíceis de tratar.

O uso racional desses fármacos está entre as metas definidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o século 21.

Por isso, o Mapa proibiu a importação, a fabricação e a comercialização dos antimicrobianos tilosina, lincomicina e tiamulina em aditivos melhoradores de desempenho de animais sadios.

Esses aditivos são produtos registrados pelo Mapa, adicionados intencionalmente à ração, com a finalidade de melhorar o desempenho dos animais sadios.

A partir de agora, com a medida, ficam cancelados os registros desses aditivos destinados à alimentação animal. Essas substâncias, no entanto, continuarão autorizadas para uso veterinário, no tratamento de animais doentes.

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Os estabelecimentos importadores ou fabricantes detentores deverão recolher os estoques remanescentes no comércio no prazo de 90 dias, contado a partir de quinta-feira (23).

Essas empresas devem ainda informar o Mapa sobre o último lote fabricado, por meio do e-mail [email protected]

Segundo o ministério, as empresas que desejarem poderão reprocessar para fins de exportação o produto ainda existente em estoque ou aquele que venha a ser recolhido.

Leia mais sobre: Agricultura, Agronegócio, OMS, Saúde

Última atualização por Renan Dantas - 24/01/2020 - 17:49

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