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Allos (ALOS3) recebe nota máxima da Moody’s e perspectiva estável; veja o porquê

19 mar 2026, 15:09 - atualizado em 19 mar 2026, 15:09
Com dividendos altos, Allos (ALOS3) mira renda recorrente e acirra concorrência com FIIs; qual é a melhor opção? (Imagem: gerada no Copilot)
Allos (ALOS3) recebe nota máxima da Moody’s e perspectiva estável; veja o porquê (Imagem: gerada no Copilot)

A Allos (ALOS3), uma das principais operadoras de shopping centers da América Latina, recebeu pela primeira vez o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável.

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A classificação, que está no patamar mais elevado da escala, indica que a empresa possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito.

Ao mesmo tempo, a nota da BR Malls também foi mantida em AAA.br, mas será retirada em breve, pois a Moody’s passará a monitorar diretamente a Allos, controladora do grupo.

Segundo o relatório, o rating elevado reflete a posição competitiva da empresa, com 45 shoppings próprios e 6 administrados, presença em 16 estados e uma base de locatários diversificada.

O documento também afirma que a taxa de vacância da companhia é de 2,4%, abaixo da média do setor, enquanto as vendas por metro quadrado (m²) cresceram 8% em 2025 em relação a 2024.

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A Moody’s destaca ainda que a gestão financeira da Allos é conservadora, com alavancagem baixa (2,5 vezes) e dívida sobre ativos (LTV) de 19%.

O rating é sustentado, também, por um cronograma de amortização longo e equilibrado, elevada posição de caixa e liquidez adicional proveniente da capacidade de alienar ativos desonerados.

A agência ressaltou ainda que a empresa até mantém uma política de dividendos consistente, prevendo distribuir R$ 1,75 bilhão em 2026, mas sem comprometer seu perfil de crédito.

“Entendemos que a robusta e recorrente geração de caixa e a liquidez confortável sustentam sua política de proventos, mesmo trazendo uma pressão para as métricas de fluxo de caixa retido”, afirmou a Moody’s.

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Apesar da perspectiva estável, o relatório alerta que o rating poderá ser rebaixado caso haja perda de competitividade, aumento da vacância ou alavancagem acima de 5,5 vezes de forma sustentável.

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Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
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