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Alpargatas: volume de calçados exportados brilha; ações disparam 16%

02 ago 2021, 17:57 - atualizado em 02 ago 2021, 17:57
A geração de caixa chegou a R$ 176 milhões no primeiro semestre, enquanto a posição financeira líquida foi de R$ 637 milhões

A Alpargatas (ALPA4) fez bonito no segundo trimestre e arrancou elogios de analistas.

Além disso, os números também agradaram os mercados. Os papéis fecharam em alta de 16,65%, a R$ 60,03.

Segundo a Ágora Investimentos, a empresa reportou fortes resultados, com receita líquida da Havaianas 19% acima das cálculos do BBI e Ebitda consolidado também 15% acima do estimado, com ganho de margem de dois pontos percentuais ante 2019.

“Este é um resultado de alta qualidade, impulsionada por volumes mais fortes, com 4 milhões de pares no Brasil, 10% acima de nossa estimativa e 3 milhões de pares internacionais, 38% acima do previsto pelo BBI”, afirmam os analistas Richard Cathcart e Flávia Meireles

Com os números mais fortes, a Ágora elevou o preço-alvo das ações de R$ 46 para R$ 65 até o final de 2022, potencial de alta de 24% em comparação com o fechamento da última sexta (30).

“A lucratividade no Brasil foi mais fraca do que nossa estimativa, mas a internacional foi mais forte e acreditamos que a margem menor do Brasil foi impulsionada por pressão de custos, que não vemos como estruturais”, completam.

A geração de caixa chegou a R$ 176 milhões no primeiro semestre, enquanto a posição financeira líquida foi de R$ 637 milhões

Para a Guide, a Alpargatas está bem posicionada, realizando boa execução, o que garantiu uma boa geração de caixa no trimestre.

“Seguimos confiantes na expansão internacional da companhia, que segue focando na Europa, EUA e China. Com ticket médio mais elevado nesses mercados, vemos o avanço das vendas como o principal trigger para a companhia nos próximos trimestres”, completa.

Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os 50 jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022 e 2023. É editor-assistente do Money Times. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os 50 jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022 e 2023. É editor-assistente do Money Times. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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