Tecnologia

Amazon (AMZN) vê apetite por IA elevado com demanda de US$ 126 bilhões por títulos da dívida

11 mar 2026, 11:03 - atualizado em 11 mar 2026, 11:03
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(Imagem: Shutterstock)

A Amazon (NASDAQ:AMZN) afirmou que a sua emissão de títulos atraiu uma “demanda extraordinária” de US$ 126 bilhões dos investidores, de acordo com informações de agências de notícias internacionais.

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O montante coloca a oferta de títulos da Amazon entre as maiores dos Estados Unidos, sugerindo que o apetite de teses relacionadas à inteligência artificial (IA) segue aquecido entre os investidores.



No plano original, a Amazon mirava uma captação entre US$ 37 bilhões e US$ 42 bilhões, mas a alta demanda pode alterar os valores significativamente.

Ainda segundo informações divulgadas ao mercado, a Amazon está tentando se aproximar do mercado de dívida de alta qualidade (high-grade) nos Estados Unidos com uma estrutura que pode incluir até 11 tipos diferentes, com variados graus de risco, oferecendo vencimentos que variam de dois a 50 anos.

JP Morgan e Goldman Sachs estão entre os bancos que coordenam a transação, com HSBC e Citigroup, entre outros nomes não divulgados.

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Dívida da Amazon (AMZN)

A estrutura da nova dívida parece ter sido desenhada para captar a demanda de uma ampla gama de investidores, que buscam diferentes exposições de prazo.

Ao mesmo tempo, a empresa também está promovendo uma oferta de títulos em oito partes no mercado primário europeu de dívida de high-grade, indicando que a Amazon está recorrendo a múltiplos canais globais de financiamento para levantar capital.

Com isso, a demanda de cerca de US$ 126 bilhões fica logo abaixo dos aproximadamente US$ 129 bilhões do montante registrado na venda de títulos da Oracle (NYSE: ORCL) no mês passado, enquanto supera os cerca de US$ 125 bilhões em pedidos observados na oferta da Meta Platforms (NASDAQ: META) em outubro.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.

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