No comunicado, a autoridade monetária adverte que um novo aumento não está descartado, a depender da evolução de dados econômicos.
Em 2023, o Fed optou por reajustes mais modestos nos juros, elevando a taxa em 0,25 ponto percentual (p.p.) três vezes consecutivas. Após uma pausa em junho, a autoridade monetária voltou com uma elevação do mesmo patamar em julho e voltou com uma nova manutenção em setembro.
16h22
Powell encerra entrevista
16h20
O motivo que leva o dólar às mínimas na ‘super quarta’; veja cotação
Dólar volta a ficar abaixo de R$ 5,00 com mercado digerindo decisão sobre juros nos EUA e atento a pistas sobre novas altas (Imagem: Pixabay/Kalhh)
O dólar à vista renova mínimas sucessivas na tarde desta ‘super quarta-feira’ (1º) após o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) divulgar sua decisão de política monetária.
Por volta das 16h20 (de Brasília), a moeda norte-americana recuava 1,2% frente ao real, negociada a R$ 4,97 para venda, nas mínimas no primeiro pregão de novembro. Lá fora, o Dollar Index (DXY) subia 0,2%, a 106,8 pontos.
Powell: Abrandamos o processo este ano para dar tempo para a política monetária na economia, e isso leva tempo. Não podemos apressar isso.
15h50
Powell: Em setembro, anotamos um aumento adicional nas taxas. Mas não é uma promessa de plano ou de futuro. Em dezembro, escreveremos outra previsão.
15h47
Powell: O Fed não está pensando em cortes da taxa de juros neste momento
15h45
Powell disse que o Fed não colocou uma eventual recessão de volta na previsão para tomar a decisão de hoje
15h44
Powell: A ideia de que seria difícil elevar a taxa novamente depois de parar por duas reuniões não está certa. O Comitê sempre fará o que acha que é certo
15h43
Powell: Ainda não tomamos uma decisão sobre a reunião de dezembro
15h41
Powell: Não parece que as taxas de curto prazo mais elevadas estão causando o aumento das taxas de longo prazo
15h40
Powell: Ainda não estamos confiantes de que a inflação está no caminho para a meta de 2%
15h38
Powell encerra discurso e responde jornalistas
15h38
Powell: Frente a incertezas e riscos, o Fed procede com cautela. Continuaremos a tomar nossas decisões reunião por reunião
15h37
Powell: Estamos empenhados em manter uma política monetária suficientemente restritiva para reduzir a inflação de forma sustentável para 2% ao longo do tempo. Também vamos manter a política restritiva até estarmos confiantes de que a inflação está no caminho da meta.
15h35
Powell: Estamos fortemente empenhados em fazer com que a inflação regresse à meta de 2%
15h35
Powell: A inflação vem moderando desde meados do ano passado e os valores foram bastante favoráveis. Mas alguns meses de bons dados são apenas o começo do que será necessário para criar confiança de que a inflação caindo de forma sustentável
15h35
Powell: Indicadores recentes sugerem que a atividade econômica tem se expandido em um ritmo forte, bem acima das expectativas anteriores
15h35
Powell: O processo de redução sustentável da inflação para 2% ainda tem um longo caminho a percorrer
15h34
Powell: A política restritiva tem um efeito descendente sobre a inflação. Mas os efeitos totais da inflação ainda não foram sentidos
15h33
Powell: Tomaremos decisões sobre a extensão do aperto monetário e sobre quanto tempo permanecerá restritivo com base nos dados recebidos e nos riscos
15h32
Powell: Sem estabilidade de preços não conseguiremos condições fortes no mercado de trabalho que beneficiem a todos
15h32
Powell: Meus colegas e eu continuamos totalmente concentrados no mandato de promover o máximo emprego e estabilidade para o povo americano
15h31
Powell: Sem estabilidade de preços, a economia não funciona
15h30
Powell inicia discurso
15h18
Votos para realizar a manutenção da taxa de juros entre 5,25% e 5,50% foram unânimes
15h15
Fed diz, em comunicado, que novos apertos na política monetária podem ser apropriados para trazer a inflação a 2%
Editora-assistente no Money Times e graduada em Jornalismo pela Unesp - Universidade Estadual Paulista. Atua na área de macroeconomia, finanças e investimentos desde 2021.
giovana.leal@moneytimes.com.br
Editora-assistente no Money Times e graduada em Jornalismo pela Unesp - Universidade Estadual Paulista. Atua na área de macroeconomia, finanças e investimentos desde 2021.
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