Bilionários

Após 20 anos da criação do Facebook, fortuna de Mark Zuckerberg cresce US$ 28,1 bilhões em horas; confira

05 fev 2024, 13:29 - atualizado em 05 fev 2024, 13:29
mark zuckerberg riqueza facebook 20 anos
Apesar da riqueza crescente, Zuckerberg ainda enfrenta processos na justiça americana (Imagem: Shutterstock/Frederic Legrand)

A fortuna de Mark Zuckerberg, cofundador do Facebook, aumentou US$ 28,1 bilhões (R$ 140,5 bilhões) em poucas horas, de acordo com a Bloomberg. Um belo presente para o dono do Facebook, que completou 20 anos neste domingo (04).

O preço das ações da Meta (META), controladora do Facebook e de outras redes sociais, avançaram mais de 20% após a notícia de que a empresa pagará dividendos trimestrais de US$ 0,50 por ação aos investidores. Zuckerberg é dono de 13% das ações da empresa.

Apesar disso, nem todas as notícias são boas para o bilionário. No final de janeiro, Mark Zuckerberg testemunhou, ao lado de outros companheiros da empresa, ao Comitê Judiciário do Senado dos Estados Unidos sobre os riscos de suas redes aos jovens.

Atualmente, o Senado busca discutir maneiras de tornar empresas responsáveis pelo conteúdo postado em suas plataformas.

Saiba mais sobre o império de Mark Zuckerberg

Ao lado de Eduardo Saverin, Mark Zuckerberg criou o TheFacebook.com em 4 de fevereiro de 2004, há 20 anos. A rede social nasceu como um ambiente restrito aos estudantes de Harvard, mas ganhou usuários de diferentes lugares durante seu crescimento.

O que mantém a empresa, que tomou o lugar de outros concorrentes como o MySpace durante seu nascimento, foi a diversificação da companhia.

O Facebook adquiriu nomes como Instagram, Whatsapp, e a empresa de realidade virtual Oculus, durante um movimento de aproximação a outros setores de tecnologia.

Em 2021, foi a vez de um novo nome surgir nos noticiários: Meta Platforms Inc., ou apenas Meta. Foi sob esse nome que Zuckerberg investiu em uma rede parecida com o X, antigo Twitter, o Threads.

As ações da Meta continuam crescendo, apesar da companhia ter passado por processos turbulentos, como o caso Cambridge Analytica, quando o recolhimento de informações pessoais de usuários pelo Facebook tornou-se público.

Estagiária
Jornalista em formação pela Universidade de São Paulo (ECA-USP). Apaixonada pela escrita e pelo audiovisual, ingressou no Money Times em 2023.
Linkedin
Jornalista em formação pela Universidade de São Paulo (ECA-USP). Apaixonada pela escrita e pelo audiovisual, ingressou no Money Times em 2023.
Linkedin