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Após atraso em divulgação de balanço, Oncoclínicas (ONCO3) tem prejuízo de R$ 1,5 bilhão no 4T25

10 abr 2026, 6:15 - atualizado em 10 abr 2026, 6:16
oncoclínicas
(Imagem: Divulgação)

A Oncoclínicas (ONCO3) registrou um prejuízo líquido de R$ 1,516 bilhão no quarto trimestre de 2025, aumentando as perdas de R$ 759 milhões que já haviam sido registradas no mesmo período de 2024.

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As informações foram divulgadas na noite desta quinta-feira (9), 10 dias após a previsão inicial de apresentação dos dados financeiros.

A Oncoclínicas vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business. Na última semana, inclusive, a companhia anunciou que está em discussões com seus credores financeiros.

Em mensagem ao mercado, a administração da Oncoclínicas afirma que a empresa “vem enfrentando um cenário adverso no âmbito operacional que fez com que a administração tomasse medidas em relação à sua operação para endereçar estes desafios”.

São apresentados cinco desafios: Receita Bruta, Custo e despesas, revisões estratégicas, pressões de fluxo de caixa e endividamento.

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A companhia apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 238,8 milhões no último trimestre de 2025, recuo de 24% sobre o quarto trimestre de 2024.

A receita líquida no 4T25 também registrou queda, sendo 12,6% inferior ao mesmo período de 2024, para R$ 1,37 bilhão.

Disputa

Recentemente, a companhia anunciou que seu acionista MAK Capital Fund LP está interessado em realizar um aporte de aproximadamente R$ 500 milhões. Na visão do JP Morgan, a proposta é mais uma evidência da necessidade de capital de curto prazo da companhia.

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A proposta, no entanto, não é a única na mesa, uma vez que a Oncoclínicas e a Porto firmaram um term sheet (termo de natureza preliminar e não vinculante) para negociar uma potencial constituição de uma nova empresa, em meio à pressão financeira que a rede de serviços oncológicos enfrenta.

O Fleury também entrou na jogada, tendo aderido ao termo de compromisso não vinculante originalmente assinado pelas outras duas.

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Jornalista formado pela Universidade Municipal de São Caetano, tem MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA/USP e pós-graduação em Gestão de Marketing pela ESPM. Tem mais de 25 anos de experiência em redações e comunicação corporativa, com atuação em Economia, Finanças, Agronegócio, Infraestrutura, Política e Cidades. Vive em Madrid desde 2021 e é colaborador do Money Times.
Jornalista formado pela Universidade Municipal de São Caetano, tem MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA/USP e pós-graduação em Gestão de Marketing pela ESPM. Tem mais de 25 anos de experiência em redações e comunicação corporativa, com atuação em Economia, Finanças, Agronegócio, Infraestrutura, Política e Cidades. Vive em Madrid desde 2021 e é colaborador do Money Times.
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