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Ásia: Índices da China avançam com expectativa de retirada de tarifas

25 out 2019, 7:56 - atualizado em 25 out 2019, 7:56
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O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,67% (Imagem: Reuters/Issei Kato)

Os mercados acionários da China fecharam em alta nesta sexta-feira depois de Pequim ter buscado a eliminação das tarifas dos Estados Unidos sobre seus produtos em troca de mais compras de produtos agrícolas norte-americanos, antes de discussões comerciais de alto nível.

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O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,67%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,48%.

Na comparação semanal, o índice de Xangai avançou 0,6%, enquanto o CSI300 subiu 0,7%.

O subíndice do setor financeiro caiu 0,3%, o de consumo ganhou 2,7%, o índice imobiliário subiu 0,5% e o de saúde teve alta de 2,2%.

Autoridades comerciais dos EUA e da China irão discutir nesta sexta-feira planos para a China comprar mais produtos agrícolas dos EUA, mas em troca Pequim irá pedir o cancelamento de algumas tarifas norte-americanas planejadas e em vigor sobre importações chinesas, disseram à Reuters pessoas com conhecimento do assunto.

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Em Tóquio, o índice Nikkei avançou 0,22%, a 22.799 pontos.

Em Hong Kong, o índice HANG SENG caiu 0,49%, a 26.667 pontos.

Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,48%, a 2.954 pontos.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangay e Shenzhen, avançou 0,67%, a 3.896 pontos.

Em Seul, o índice KOSPI teve valorização de 0,11%, a 2.087 pontos.

Em Taiwan, o índice TAIEX registrou baixa de 0,21%, a 11.296 pontos.

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Em Cingapura, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,53%, a 3.185 pontos.

Em Sydney o índice S&P/ASX 200 avançou 0,68%, a 6.739 pontos.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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