Aura Minerals (AURA33) bate recorde de produção no 3º trimestre e avança na meta anual
A Aura Minerals (AURA33) informou nesta quinta-feira (9) resultados preliminares recordes de produção referentes ao terceiro trimestre de 2026 (3T26), com 95.557 onças equivalentes de ouro (GEO) nas seis minas em operação. O volume representa alta de 27% em relação ao trimestre anterior e de 29% na comparação com o mesmo período de 2025.
No acumulado dos nove primeiros meses de 2026, a companhia produziu 253.131 GEO a preços correntes e 255.268 GEO a preços constantes, o maior volume já registrado para o período na história da empresa.
De acordo com a mineradora, a produção acumulada avançou 26% na comparação anual a preços constantes. As vendas no trimestre somaram 93.742 GEO, crescimento de 20% ante o segundo trimestre.
A companhia também destacou que, incluindo a Mineração Serra Grande (MSG), as vendas cresceram 25% na comparação anual. Excluindo MSG, as vendas subiram 7%, puxadas principalmente por Borborema e Aranzazu.
No comunicado, o CEO da Aura, Rodrigo Barbosa, afirmou que o trimestre foi um avanço claro em relação ao segundo trimestre e disse que a empresa segue “no caminho” para cumprir o guidance anual. Ele destacou principalmente a recuperação da MSG, onde a produção avançou 85% com o turnaround em curso, além do desempenho de Borborema e Aranzazu.
Destaques operacionais
Entre os destaques operacionais, Borborema registrou produção trimestral recorde de 22.842 GEO, alta de 60% sobre o trimestre anterior, enquanto Aranzazu produziu 24.920 GEO, avanço de 39% ante o 2T26.
A operação de MSG somou 13.321 GEO, também com forte recuperação na comparação trimestral. Já Almas produziu 14.264 GEO, queda de 12% ante o trimestre anterior, e Minosa teve 13.344 GEO, recuo de 7%.
A empresa informou ainda que o projeto Era Dorada, na Guatemala, permanece dentro do prazo e do orçamento, com 13,1% de avanço físico. A construção inclui obras civis do moinho e dos tanques de CIP, além do desenvolvimento subterrâneo, que já conta com 60% de mobilização da empreiteira.
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