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Axia Energia (AXIA3): Acionistas aprovam migração para Novo Mercado da B3

01 abr 2026, 16:33 - atualizado em 01 abr 2026, 16:34
Axia Energia
(Imagem: Divulgação)

Acionistas da Axia (AXIA3) aprovaram nesta quarta-feira em assembleia extraordinária a proposta da companhia de migração para o Novo Mercado, segmento da B3 que reúne as empresas com mais elevada governança corporativa.

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Com o aval dado pelos acionistas, a Axia deixará de ter em sua estrutura as ações preferenciais PNA1 e PNB1, que serão convertidas em ações ordinárias, com direito a voto.

A razão de conversão será de 1,1 ação ordinária para cada 1 ação PNA1 ou PNB1, o que, segundo a Axia, preserva o tratamento econômico atual distinto dos acionistas preferencialistas, que têm prêmio de dividendos no mínimo 10% superiores aos pagos às ações ordinárias.

Na visão da Axia, maior geradora e transmissora de energia elétrica do Brasil, a migração ao Novo Mercado não só garantirá direito de voto e dividendos iguais a todos os acionistas da empresa, mas também trará outros benefícios, como maior liquidez para as ações e flexibilidade para distribuição de dividendos, além de melhora de “ratings” e potencial atração de novos investidores.

Estudada pela companhia desde 2022, a ideia de migração para o segmento de maior governança da B3 foi retomada no fim do ano passado, após anos de reestruturação pós-privatização e em momento em que a elétrica enxergou uma “janela de oportunidade” para avançar com esse processo.

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Além das ações ordinárias, a estrutura acionária da Axia manterá as ações PNC, classe temporária criada para a bonificação de R$30 bilhões aprovada no ano passado, e as ações “golden share”, detidas pela União e que dão direito a veto do governo em temas específicos.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.

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