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Azul não será impactada pela entrada de novas aéreas de baixo custo, diz Guide

13/02/2020 - 16:10
Azul Setor Aéreo
Para a Guide, a Azul é a companhia com maior capacidade de aproveitar a boa maré da economia brasileira (Imagem: Reuters/Leonardo Benassatto

A Azul (AZUL4) é a empresa mais bem posicionada do setor aéreo e a que mais poderá surfar na melhora do cenário econômico brasileiro, avalia a corretor Guide Investimentos em um relatório enviado a clientes. A recomendação é de compra, com preço-alvo de R$ 75.

Para o analista Luis Sales, a entrada de áreas de baixo custo, como a chilena Sky Airline e a norueguesa Norwegian, não afetará a companhia, uma vez que a Azul já trabalha com cobranças de tarifas de forma segmentadas (bagagens, assentos), um dos pontos fortes desse segmento.

Outro ponto importante, de acordo com Sales, é o fato de as companhias low cost atuarem nas rotas de maior fluxo de passageiros, que possuem maior atuação da Latam e Gol (GOLL4) no país, minimizando o impacto de competição sobre a Azul.

E195: troca da frota é o principal desafio da área brasileira (Imagem: Divulgação/Embraer)

A Sky Airline, por exemplo, voa do Rio e São Paulo para Santiago, rota que não é operada pela aérea brasileira.

Estratégia

Para o analista, a substituição de frota da Azul por modelos mais econômicos e com maior capacidade de passageiros é o principal desafio da companhia. “Com esta substituição, a Azul vai conseguir diluir os custos e sua aumentar receita por voo”, disse Sales.

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Recentemente, a empresa anunciou que irá se desfazer de parte da aeronave modelo E195 da Embraer (EMBR3), com mais da metade indo para uma companhia aérea ligada ao fundador David Neeleman.

Última atualização por Bruno Andrade - 13/02/2020 - 16:32