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Azul projeta demanda de 40% do nível pré-coronavírus até o fim do ano

14 maio 2020, 10:20 - atualizado em 14 maio 2020, 10:20
Azul
No chão: mesmo após o pior momento da pandemia, demanda não voltará ao normal, segundo a Azul (Imagem: Divulgação/Azul)

Além de medidas imediatas de resposta ao coronavírus, a Azul (AZUL4) elaborou um plano de retomada das operações para a fase posterior à pandemia. A companhia aérea espera que a demanda se estabilize em 40% do nível pré-Covid19 até o fim do ano.

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Entre as medidas que a empresa adotará, estão a redução da folha de pagamento, a renegociação do arrendamento de aeronaves, o adiamento da entrega de 59 aviões da Embraer para depois de 2024, e uma ampla renegociação com credores e fornecedores.

No relatório de resultados, divulgado nesta quinta-feira (14), a Azul também listou as medidas mais imediatas para enfrentar a queda da demanda, decorrente das medidas de isolamento social para conter o coronavírus.

Desembarque imediato

Na segunda quinzena de março, a empresa reduziu em 50% a sua capacidade. Em 26 de março, diminuiu o número de voos diários de 950 para apenas 70. A empresa informou, também, que suas operações foram dimensionadas para gerar receita suficiente apenas para cobrir os custos variáveis.

Na primeira metade de maio, a empresa elevou para 115, o número de voos diários. No segundo trimestre, a Azul espera uma redução de 75% a 85% de sua capacidade.

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Para conter os custos, a empresa pretende reduzir em mais de 50% os gastos com salários entre abril e junho. Mais de 10.500 funcionários aderiram ao programa de licença não remunerada, o que corresponde a 78% do quadro de pessoal.

Veja o relatório de resultados do primeiro trimestre da Azul.

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Diretor de Redação do Money Times
Ingressou no Money Times em 2019, tendo atuado como repórter e editor. Formado em Jornalismo pela ECA/USP em 2000, é mestre em Ciência Política pela FLCH/USP e possui MBA em Derivativos e Informações Econômicas pela FIA/BM&F Bovespa. Iniciou na grande imprensa em 2000, como repórter no InvestNews da Gazeta Mercantil. Desde então, escreveu sobre economia, política, negócios e finanças para a Agência Estado, Exame.com, IstoÉ Dinheiro e O Financista, entre outros.
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