Resultados

B3 (B3SA3) bate expectativa em meio ao bom momento do Ibovespa; veja números do 4T25

26 fev 2026, 19:16 - atualizado em 26 fev 2026, 19:19
B3 - renda fixa
(Imagem: Money Times/Giovana Leal)

O lucro líquido recorrente da B3 (B3SA3) no quarto trimestre de 2025 somou R$ 1,4 bilhão, acima do consenso de mercado medido pela Bloomberg, que esperava lucro de R$ 1,2 bilhão, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (26). A alta foi de 22% na comparação anual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A receita líquida também ficou acima do estimado pelo mercado e alcançou R$ 2,9 bilhões, elevação de 10,6% em relação ao mesmo período de 2024, “com crescimento em todos os segmentos”. 

O Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente foi de R$ 1,8 bilhão, em linha com o mercado e com alta anual de 14,5%. A margem Ebitda também subiu 1,75 ponto percentual, para 69%.

Em renda variável, o volume financeiro médio diário negociado (ADTV) no mercado à vista totalizou R$ 26,2 bilhões, altas de 2,3% no ano e 20,4% em relação ao trimestre, enquanto o Ibovespa renova recordes com a entrada de estrangeiros.

No segmento de renda fixa e crédito, as emissões de instrumentos cresceram 16,8%, enquanto o estoque apresentou alta de 17,9%, ainda refletindo um cenário de juros elevados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse cenário de renda variável – principal produto da B3 – de volume baixo devido à alta da Selic, o mercado vê a diversificação de receitas da companhia como “crucial” para navegar no mercado. 

“Vale destacar o crescimento do estoque de dívida corporativa, que aumentou 18,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, refletindo o contínuo desenvolvimento do mercado de dívida local”, diz a empresa.

As despesas totalizaram R$ 922 ,0 milhões, alta de 1,5%. As despesas ajustadas cresceram 4,7%, em linha com a inflação do período, “reforçando a disciplina no controle de despesas mesmo mantendo uma agenda robusta de novas iniciativas e lançamento”.

Na linha de imposto, em decorrência do incremento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), foi reconhecido um efeito contábil negativo extraordinário de aproximadamente R$ 1 bilhão, sem efeito caixa, decorrente da atualização do imposto diferido relativo à amortização fiscal do ágio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022, 2023 e 2024. Possui curso intesivo de mercado de capitais oferecido pelo Insper em parceria com a B3. É também setorista de bancos. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
Linkedin
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022, 2023 e 2024. Possui curso intesivo de mercado de capitais oferecido pelo Insper em parceria com a B3. É também setorista de bancos. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
Linkedin
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar