Bancos

Banco Central da China vai apoiar crescimento e observar riscos da dívida, diz presidente

26 jan 2021, 8:47 - atualizado em 26 jan 2021, 8:47
Yi Gang
“Vamos garantir que nossas políticas sejam consistentes e estáveis, e não vamos sair da política de suporte de forma prematura”, disse Yi (Imagem: Reuters)

A política monetária da China continuará a sustentar o crescimento econômico e o banco central vai observar os riscos da dívida e da inadimplência, disse nesta terça-feira o presidente do BC, Yi Gang.

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Falando em uma reunião virtual do Fórum Econômico Mundial, Yi disse que as políticas macro da China vão se focar em maximizar o emprego, o que ajudaria o consumo, e que as exportações da China continuarão muito boas este ano.

“A política monetária continuará a impulsionar a economia, mas ao mesmo tempo vamos observar os riscos. Vamos manter um equilíbrio delicado entre sustentar a recuperação econômica, ao mesmo tempo em que impedimos o risco”, disse Yi.

“Um risco é que a taxa de alavancagem macro da China aumentou um pouco no ano passado, o segundo risco é a inadimplência que está crescendo, e também observamos riscos externos, que é ver a situação do fluxo de capital.”

Em reunião para definição de agenda em dezembro, líderes chineses prometeram manter a política fiscal proativa e tornar a política monetária flexível e direcionada.

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O banco central adotou uma série de medidas, incluindo cortes de juros e de compulsório, desde o início de 2020 para sustentar a economia afetada pelo vírus. Mas passou a adotar uma postura mais constante nos últimos meses conforme a recuperação se solidifica.

“Vamos garantir que nossas políticas sejam consistentes e estáveis, e não vamos sair da política de suporte de forma prematura”, disse Yi.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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