Empresas

Banco mais caro do mundo reduz consumo de água para cortar custos

28 out 2019, 16:08 - atualizado em 28 out 2019, 16:08
China Bandeira
Esse controle rigoroso de custos é apenas um exemplo de como o banco conseguiu reduzir as despesas e aumentar a eficiência, atraindo investidores ao longo do caminho (Imagem: Reuters/Jason Lee)

Semanas depois de Armand Wahyudi Hartono ter assumido o cargo de vice-presidente do maior banco privado da Indonésia, ele percebeu como os funcionários deixavam água nos copos depois do trabalho. Na manhã seguinte, decidiu limitar a quantidade de água potável disponível na sede do PT Bank Central Asia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse controle rigoroso de custos é apenas um exemplo de como o banco conseguiu reduzir as despesas e aumentar a eficiência, atraindo investidores ao longo do caminho. O banco foi recompesando com a valorização das ações todos os anos desde a abertura de capital em 2000, exceto em 2008, ano da crise financeira global.

Agora, o BCA é o banco com o maior valor de mercado do mundo, superior a US$ 50 bilhões. E, no entanto, os investidores ainda estão dispostos a comprar ações.

“A alta valorização do BCA é garantida, pois a empresa é uma boa posição defensiva, especialmente em tempos de volatilidade”, disse Bharat Joshi, diretor de investimentos da Aberdeen Standard Investment Indonesia, de Jacarta, que possui mais de 170 milhões de ações do BCA. “Gostamos do banco por várias razões, mas entre todas a sua forte capacidade de gestão e histórico comprovado.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BCA se beneficia de uma crescente classe média na Indonésia, a maior economia do Sudeste Asiático. A nação de mais de 260 milhões de pessoas deve crescer no ritmo mais rápido em sete anos em 2020, mesmo com as perspectivas sombrias de crescimento econômico de outros países.

E, graças a uma iniciativa para impulsionar o setor bancário, o dinheiro circulando eletronicamente quase triplicou desde que o presidente Joko Widodo ordenou em 2017 que o pagamento eletrônico fosse usado para estradas com pedágio, segundo dados do banco central da Indonésia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar