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Banco Pine (PINE4) anuncia follow-on e pode captar até R$ 400 milhões; entenda

23 fev 2026, 8:59 - atualizado em 23 fev 2026, 8:59
Banco Pine
(Imagem: Divulgação)

O Banco Pine (PINE4) lançou uma oferta pública primária e subsequente de ações, conhecida como follow-on, para a emissão de inicialmente 21,86 milhões de ações preferenciais, com opção de acréscimo de até 45,45% (mais 9,94 milhões), em oferta destinada a investidores profissionais e com prioridade para acionistas.

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A preço indicativo de R$ 12,58, considerando a cotação da última sexta-feira (20), a oferta levantaria cerca de R$ 275 milhões sem as ações adicionais e até R$400 milhões com elas.

O preço por ação ainda será definido por bookbuilding, um procedimento de coleta de intenções de investimentos. De acordo com o cronograma, a precificação deve ocorrer em 3 de março.

A operação será coordenada por Itaú BBA, BTG Pactual, Bradesco BBI, XP e Safra e prevê colocação também no exterior para investidores qualificados.

Haverá prioridade de subscrição para os acionistas — inclusive o controlador se comprometeu a subscrever ao menos 20% do lote inicial (cerca de 4,37 milhões de ações).

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Detalhes do follow-on do Pine

Por razões regulatórias, a liquidação será feita inicialmente por meio de Recibos de Subscrição, convertidos em ações em até 10 dias após homologação do aumento de capital pelo Banco Central.

O fato relevante ao mercado esclarece que não haverá lote suplementar nem procedimento de estabilização de preço após a oferta.

A intenção do Pine é utilizar os recursos da oferta para otimizar sua estrutura financeira de capital, de acordo com o fato relevante.

A operação traz medidas para evitar concentração excessiva de ações preferenciais: será aberto um período para conversão voluntária de preferenciais em ordinárias (1:1) para que as preferenciais não ultrapassem 50% do total de ações.

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O Pine sinalizou ainda a intenção de, após a oferta e eventuais conversões, avaliar a criação de units para melhorar governança e liquidez, sem garantias de implementação.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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