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Banco Pine (PINE4) precifica oferta de ações a R$ 11,25 e levanta R$ 245,9 milhões; entenda

04 mar 2026, 9:26 - atualizado em 04 mar 2026, 9:26
Banco Pine
(Imagem: Divulgação)

Banco Pine (PINE4) levantou R$ 245,9 milhões com uma oferta subsequente de ações, conhecida como follow-on. A precificação ficou em R$ 11,25, com a emissão de 21,8 milhões de ações, mostra fato relevante enviado ao mercado nesta quarta-feira (4).

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O preço por ação ficou abaixo do fechamento da terça-feira (3), quando PINE4 encerrou o dia cotada a R$ 12,32.

A intenção do banco é utilizar os recursos da oferta para otimizar sua estrutura financeira de capital. A operação prevê prioridade de subscrição para os acionistas.

O aumento de capital ainda depende da homologação pelo Banco Central, sem prazo pré-estabelecido para sua concessão. “Por essa razão, a liquidação da oferta será realizada por meio da entrega de Recibos de Subscrição aos investidores, a serem convertidos em ações em até 10 dias a contar da data da homologação”, diz o Pine.

A negociação desses recibos na B3 ocorrerá a partir de 5 de março de 2026, sendo que a liquidação física e financeira dos recibos de subscrição ocorrerá no dia 6 de março de 2026.

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Após a homologação e conversão das ações, o capital social do banco será de R$ 1,27 bilhão, dividido em 129.784.217 ações ordinárias e 129.734.095 ações preferenciais.

O Pine sinalizou ainda a intenção de, após a oferta e eventuais conversões, avaliar a criação de units para melhorar governança e liquidez, sem garantias de implementação.

Foram coordenadores da operação o Itaú BBA, BTG Pactual, Bradesco BBI, XP e Safra.

4T25 do Pine

O Banco Pine teve lucro líquido de R$ 183,5 milhões no quarto trimestre de 2025, quase triplicando o lucro de R$67,1 milhões alcançado um ano antes.

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O retorno anualizado sobre o patrimônio (ROAE) aumentou para 54,8% no último trimestre de 2025, de 22,2% de um ano antes.

A carteira de crédito expandida totalizou R$ 17,71 bilhões, expansão de quase 24% ano a ano, enquanto a inadimplência ficou em 1,9%, de 0,8% no quarto trimestre de 2024.

O banco teve um resultado operacional de R$ 244,7 milhões no quarto trimestre, ante R$ 53,7 milhões no mesmo período de 2024, enquanto as despesas administrativas e de pessoal subiram para R$ 86,2 milhões ante R$65,0 milhões.

*Com informações da Reuters

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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