China

BC da China promete novas medidas de política monetária de forma tempestiva

12 ago 2026, 9:02
China, Xangai, Ásia
Pessoas caminham por rua comercial em Xangai 1º de julho de 2026 (REUTERS/Go Nakamura)

O banco central da China afirmou que vai manter uma política monetária adequadamente frouxa e a adotar novas medidas práticas e eficazes de forma tempestiva, mas evitou sinalizar cortes explícitos às taxas de juros ou de compulsório.

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O Banco do Povo da China fará pleno uso das políticas existentes, planejará e implementará prontamente medidas adicionais, intensificará ajustes contracíclicos e ampliará os esforços para estimular a demanda interna, informou o banco central em seu relatório trimestral de implementação da política monetária.

O banco central reforçará a coordenação das políticas monetária e fiscal para apoiar o crescimento econômico e a estabilidade das operações do mercado financeiro.

“A base para um ritmo estável e positivo da economia ainda precisa ser consolidada”, disse o banco central.

O ambiente global continua complexo e volátil, com crescimento mundial fraco, desaceleração do comércio e pressões inflacionárias importadas elevando os preços em muitos países. Internamente, a China ainda enfrenta desequilíbrio entre oferta forte e demanda fraca, à medida que novos desafios se somam a problemas antigos, afirmou o banco.

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Os líderes chineses prometeram, em uma reunião realizada em julho, apoiar a economia acelerando no segundo semestre os gastos fiscais em projetos de infraestrutura já orçados, em vez de lançar grandes novas medidas de estímulo.

O crescimento no segundo trimestre desacelerou para 4,3%, o ritmo mais fraco em mais de três anos e abaixo do limite inferior da meta anual do governo, de 4,5% a 5,0%. Ainda assim, o início do ano, mais forte que o esperado, deu a Pequim margem para evitar uma resposta mais enérgica, segundo analistas.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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