Mercados

Bolsas da Ásia fecham em alta e renovam máximas, favorecidas por IA e com EUA-Irã em 2º plano

27 abr 2026, 6:18 - atualizado em 27 abr 2026, 6:18
Bolsas Asiáticas
(Imagem: Reuters/Aly Song)

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira (27), com recordes em Tóquio, Seul e Taipé, favorecidas pelo otimismo com a forte expansão da inteligência artificial (IA), fator que acabou deixando as persistentes tensões entre Estados Unidos e Irã em segundo plano.

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Ações de eletrônicos e chips levaram os mercados de Japão, Coreia do Sul e Taiwan a novas máximas históricas.

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O índice japonês Nikkei subiu 1,38% em Tóquio, a 60.537,36 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 2,15% em Seul, a 6.615,03 pontos, e o Taiex registrou ganho de 1,76% em Taipé, a 39.616,63 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto teve leve alta de 0,16%, a 4.086,34 pontos, e o Shenzhen Composto avançou 0,50%, a 2.756,68 pontos, após dados positivos sobre lucros do setor industrial. Na contramão, o Hang Seng caiu 0,20% em Hong Kong, a 25.925,65 pontos.

“A Ásia não está operando como um único mercado”, disse a estrategista-chefe de investimentos da Saxo, Charu Chanana.

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“Japão, Coreia e Taiwan estão sendo premiados por sua exposição a IA e hardware, que estão sustentando o ímpeto de lucros e fortes fluxos de investidores globais”, afirmou Chanana. “Enquanto isso, China e Hong Kong ainda enfrentam velhas questões em torno da demanda doméstica, da confiança e da efetividade e continuidade das políticas”, acrescentou.

Apesar do viés positivo na Ásia, o impasse nas negociações de paz entre EUA e Irã, que voltou a impulsionar o petróleo durante a madrugada, limitou os ganhos. Segundo relatos, o Irã propôs aos EUA reabrir o Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial, desde que seu programa nuclear seja retirado das conversas.

Na Oceania, a bolsa australiana ficou no vermelho, com queda de 0,23% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.766,40 pontos.

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Estadão Conteúdo é uma agência de notícias que pertence ao grupo O Estado de S. Paulo e fornece notícias, análises, colunas e cotações, entre outros conteúdos, para veículos de imprensa de todo o Brasil.
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