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Brasil Brokers propõe converter debêntures para aumentar capital em R$ 120 milhões

12 dez 2020, 11:40 - atualizado em 12 dez 2020, 11:40
Brasil Brokers
De credor a sócio: Brasil Brokers propõe converter debêntures em mais de 40 milhões de ações (Imagem: Brasil Brokers/Reprodução)

O conselho de administração da Brasil Brokers (BBRK3) aprovou uma proposta para aumentar o capital da companhia em R$ 120 milhões, por meio da conversão das debêntures da primeira emissão em ações. A operação envolveria a emissão de 42,2 milhões de novas ações, subscritas pelos participantes ao preço de R$ 2,84 cada.

O que chama a atenção é o porte da transação. Atualmente, o capital social da Brasil Brokers é representado por 36,3 milhões de ações ordinárias, com 98% em circulação no mercado. Assim, a conversão mais do que dobraria o número de papéis que representam o capital da rede de imobiliárias.

Em valores, contudo, a conversão elevaria o capital da companhia de R$ 654 milhões para R$ 774 milhões.

As debêntures que seriam convertidas foram lançadas em abril do ano passado, com prazo de vencimento de cinco anos. Na ocasião, foram emitidos 120 milhões títulos com valor unitário de R$ 1. Os recursos foram usados para quitar dívidas da Brasil Brokers.

A proposta ainda precisa ser aprovada pelos debenturistas e pelos acionistas, por meio de suas respectivas assembleias gerais.

Veja o fato relevante da Brasil Brokers.

Diretor de Redação do Money Times
Ingressou no Money Times em 2019, tendo atuado como repórter e editor. Formado em Jornalismo pela ECA/USP em 2000, é mestre em Ciência Política pela FLCH/USP e possui MBA em Derivativos e Informações Econômicas pela FIA/BM&F Bovespa. Iniciou na grande imprensa em 2000, como repórter no InvestNews da Gazeta Mercantil. Desde então, escreveu sobre economia, política, negócios e finanças para a Agência Estado, Exame.com, IstoÉ Dinheiro e O Financista, entre outros.
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Ingressou no Money Times em 2019, tendo atuado como repórter e editor. Formado em Jornalismo pela ECA/USP em 2000, é mestre em Ciência Política pela FLCH/USP e possui MBA em Derivativos e Informações Econômicas pela FIA/BM&F Bovespa. Iniciou na grande imprensa em 2000, como repórter no InvestNews da Gazeta Mercantil. Desde então, escreveu sobre economia, política, negócios e finanças para a Agência Estado, Exame.com, IstoÉ Dinheiro e O Financista, entre outros.
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