Economia

Brasil volta ao top 10 maiores economias do mundo; veja o ranking

21 dez 2023, 10:53 - atualizado em 21 dez 2023, 10:53
brasil 9 maior economia
A projeção é que em 2026 o Brasil possa chegar a oitava posição. (Imagem: Getty Images)

O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que o Brasil saltará duas posições no ranking das maiores economias do mundo, atingindo a 9ª posição.

A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 3,1% e um PIB nominal de US$ 2,23 trilhões, contribuiu para que país pudesse ultrapassar o Canadá, que tem um número aproximado de US$ 2,12 trilhões este ano. Essas estimativas foram divulgadas em outubro pela instituição que se baseou no relatório de Perspectiva Econômica Mundial. 

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Anteriormente o Brasil ocupava a 11ª posição e, segundo as projeções do FMI, o país pode chegar em 2026 como a oitava maior economia do mundo.

No ranking, os top 3 primeiros lugares se mantiveram para os Estados Unidos, China e Alemanha, respectivamente. A visão geral da organização é de que o crescimento mundial será menor do que do ano passado, caindo de 3,5% em 2022 para 3% em 2023. Já para o próximo ano, é aguardado um crescimento de 2,9%.

No Brasil, em 2024, o Ministério da Fazendo projeta um crescimento de 2,2%, enquanto o FMI entende que será apenas de 1,5%.

Veja o ranking das maiores economias do mundo

1. Estados Unidos – US$ 26,95 trilhões
2. China – US$ 17,7 trilhões
3- Alemanha – US$ 4,43 trilhões
4. Japão – US$ 4,23 trilhões
5. Índia – US$ 3,73 trilhões
6. Reino Unido – US$ 3,33 trilhões
7. França – US$ 3,05 trilhões
8. Itália – US$ 2,19 trilhões
9. Brasil – US$ 2,13 trilhões
10. Canadá – US$ 2,12 trilhões

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, atua há 3 anos na redação e produção de conteúdos digitais no mercado financeiro. Anteriormente, trabalhou com produção audiovisual, o que a faz querer juntar suas experiências por onde for.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, atua há 3 anos na redação e produção de conteúdos digitais no mercado financeiro. Anteriormente, trabalhou com produção audiovisual, o que a faz querer juntar suas experiências por onde for.