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BTG elege Stone como favorita no setor de meios de pagamentos

11/02/2020 - 16:33
Rede ITUB4
O relatório mostra ainda que no quarto trimestre, a Rede conseguiu acelerar significativamente o crescimento do TPV, atingindo R$ 142 bilhões (Imagem: Money Times/Gustavo Kahil)

Em relatório enviado a clientes nesta terça-feira, com uma análise das empresas do setor de meio de pagamentos, o BTG Pactual (BPAC11) reiterou que Stone (STNE) segue sendo a Top Pick no setor e também a única com recomendação de compra.

As ações da Stone são negociadas na Nasdaq, nos Estados Unidos, e operam com alta de 0,52% a US$ 40,25 às 14h35.

Já os papéis de sua concorrente PagSeguro (PAGS), que são também negociadas nos EUA na Nyse, sobem 2,5% a US$ 33,25. No Brasil, as ações da Cielo (CIEL3) sobem 1,38% a R$ 7,34 na B3.

O documento do BTG destaca que ainda está pendente uma solução definitiva para a Cielo. Para os analistas, quanto mais tempo for necessário para resolver a questão, pior será o preço das ações.

Apesar disso, destacam que com R$ 683 bilhões em TPV – sigla em inglês para “volume total de pagamentos” -, 1,5 milhão de clientes, capacidade de processamento e muitos dados, a equipe acredita que possa haver valor oculto na companhia controlada por Bradesco (BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3).

Para o PagSeguro, o documento aponta que, embora seu negócio principal esteja enfrentando mais concorrência (racional), as perspectivas do PagBank são ótimas, com a aceleração do número de clientes na margem e o viés na avaliação do PagSeguro é mais positivo.

O relatório mostra ainda que no quarto trimestre, a Rede conseguiu acelerar significativamente o crescimento do TPV, atingindo R$ 142 bilhões, um aumento de 19% em relação ao 2T e 12% a/a (vs. 4% em relação ao 4T e 9% em relação ao 3T).

No entanto, teve um preço e o rendimento da receita diminuiu 14bps para 0,64% no quarto trimestre (vs. 0,78% no terceiro trimestre e 0,85% no segundo trimestre).

Por outro lado, a Cielo não intensificou ainda mais a guerra de preços e o rendimento da receita diminuiu apenas 6bps para 0,79% (vs. 0,85% no terceiro trimestre e 0,92% no segundo).

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Última atualização por Bruno Andrade - 11/02/2020 - 19:24