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Casas Bahia (BHIA3) ganha alívio em dívidas; entenda

29 fev 2024, 19:21 - atualizado em 29 fev 2024, 19:21
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Com relação ao endividamento no valor de R$ 3,9 bilhões, aproximadamente R$ 1,7 bilhão (41%) tinha vencimento no longo prazo (Imagem: Reprodução/Casas Bahia/Facebook)

A Casas Bahia (BHIA3) conseguiu negociar com instituições financeiras o alongamento do perfil da sua dívida, o que deve dar um alívio para a sua estrutura financeira.

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Em fato relevante enviado ao mercado nesta quinta (29), a companhia explica que as dívidas reperfiladas, que teriam vencimento entre 2024 e 2025, terão um novo vencimento de 3 anos (36 meses).

A amortização ocorrerá após a carência de 18 meses, em pagamentos trimestrais de 5% (após carência) e 70% no 36° mês. O custo das operações será de CDI + 4% a.a.

“A conclusão do reperfilamento de dívidas está sujeita à negociação dos documentos definitivos e aprovações finais por parte dos respectivos credores, bem como outras condições usuais nesse tipo de transação”, explica.

Casas Bahia: Qual a posição de caixa?

Em 31 de dezembro de 2023, a posição de caixa e recebíveis de cartões (o que inclui recebíveis não descontados) e outros recebíveis totalizou R$ 3,6 bilhões.

Com relação ao endividamento no valor de R$ 3,9 bilhões, aproximadamente R$ 1,7 bilhão (41%) tinha vencimento no longo prazo.

“Com o reperfilamento de dívidas, 69% do endividamento da companhia terá vencimento no longo prazo”, discorre.

Veja as tabelas abaixo:

A companhia ressalta que os valores apresentados neste Fato Relevante relacionados à liquidez, posição de caixa e cronograma de amortização do 4T23 são preliminares, não auditados e estão sujeitos a ajustes.

Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os 50 jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022 e 2023. É editor-assistente do Money Times. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os 50 jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022 e 2023. É editor-assistente do Money Times. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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