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Cenário da Nexa, ex-Votorantim Metais, continua difícil; Credit Suisse mantém cautela

07 out 2020, 16:42 - atualizado em 07 out 2020, 17:08
Projeto Aripuanã, Nexa
A Nexa encontrou alguns desafios na execução do projeto Aripuanã ao longo dos últimos meses, trazendo impactos nos custos e na duração de desenvolvimento (Imagem: YouTube/Nexa Resources)

Analistas do Credit Suisse reforçaram a recomendação de underperform (desempenho esperado abaixo da média do mercado) para a ação da Nexa (NEXA), ex-Votorantim Metais, após o tour virtual realizado pela companhia, que revisou as projeções para o projeto Aripuanã.

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A Nexa encontrou alguns desafios na execução do projeto ao longo dos últimos meses, trazendo impactos nos custos e na duração de desenvolvimento. De acordo com a empresa, houve, além da covid-19, atraso nos estudos de engenharia e uma frequência maior do que o previsto de fenômenos naturais.

Como consequência, a Nexa aumentou o capex (orçamento para investimentos) estimado de US$ 392 milhões para US$ 547 milhões, enquanto o tempo de vida da mina (LOM, na sigla em inglês) foi reduzido de 13 para 11 anos.

Agora, a companhia espera finalizar a construção no quarto trimestre do próximo ano e atingir a produção comercial em 2022. Assim que conseguir estabilizar as condições financeiras, a Nexa deve dar continuidade a outros projetos. Segundo o Credit Suisse, a administração está bem confiante com a execução das demais construções em comparação com o Aripuanã.

Pressão

A recomendação negativa do Credit Suisse é baseada principalmente nos preços do zinco, que tem desempenhado abaixo de outros metais básicos – tendência que, na avaliação do banco, provavelmente continuará.

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“Tememos que os resultados da Nexa permanecerão sob pressão como consequência dos preços baixos do zinco e dos volumes fracos. Temos dificuldade em enxergar uma reviravolta em um futuro próximo”, comentaram Caio Ribeiro e Gabriel Galvão, autores do relatório divulgado pelo Credit Suisse aos clientes. O preço-alvo indicado para o papel é de US$ 4,50.

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Editora-assistente
Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua como editora-assistente do Money Times há pouco mais de três anos cobrindo ações, finanças e investimentos. Antes do Money Times, era colaboradora na revista de Arquitetura, Urbanismo, Construção e Design de interiores Casa & Mercado.
diana.cheng@moneytimes.com.br
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Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua como editora-assistente do Money Times há pouco mais de três anos cobrindo ações, finanças e investimentos. Antes do Money Times, era colaboradora na revista de Arquitetura, Urbanismo, Construção e Design de interiores Casa & Mercado.
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