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Vale (VALE3), Suzano (SUZB3), Klabin(KLBN11) e Gerdau (GGBR4): Quem se sustenta e quem perde força no 1T26, segundo o Itaú BBA

10 abr 2026, 12:08 - atualizado em 10 abr 2026, 12:08
gerdau ou vale
(Imagem: Reprodução/Montagem Letícia Camargo)

O Itaú BBA divulgou suas expectativas para o primeiro trimestre de 2026 para as commodities de recursos naturais. O relatórioaponta perspectivas positivas para a Gerdau (GGBR4), enquanto a Vale (VALE3) pode enfrentar maior pressão. Já Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11) podem apresentar resultados mais fracos.

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Segundo os analistas, a temporada deve ser marcada por números limitados para o setor devido a custos mais elevados, ambientes globais menos favoráveis e questões operacionais específicas, como “volumes menores e margens comprimidas”.

O banco aponta que é necessário avaliar cada companhia individualmente analisando “fatores de curto prazo e fundamentos do negócio”.

Esse é o caso da Vale, de acordo com o BBA, que pode sofrer com custos de produção mais elevados. Ainda assim, a expectativa é de que o segmento de minerais básicos pode ajudar a sustentar os resultados, reforçando o caráter cíclico da companhia.

Já para Suzano e Klabin, as perspectivas não são tão boas: a primeira pode ser afetada por redução nas vendas, impacto cambial negativo (com o Real mais forte) e custos de produção mais elevados. Para o BBA, a leve alta no preço da celulose não deve compensar os custos.

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No caso da segunda, os analistas esperam uma queda sequencial nos resultados, causada por possível desempenho fraco em papel e embalagens.

Mas, enquanto algumas companhias sofrem pressões, outras podem se destacar no mercado: é o caso da Gerdau, principal destaque positivo apontando pelo relatório.

A companhia deve apresentar melhora nos resultados, impulsionada pelo forte desempenho na América do Norte, preços mais altos do aço e sazonalidade favorável.

*Com supervisão de Juliana Américo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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