Guerra

China pede fim da ofensiva militar de EUA e Israel contra o Irã

28 fev 2026, 11:43 - atualizado em 28 fev 2026, 11:43
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Pequim afirma que soberania e segurança do Irã devem ser respeitadas e pede fim imediato da ofensiva militar dos EUA e Israel. (Imagem: REUTERS/Kim Kyung-Hoon)

A China declarou estar “amplamente preocupada” com os ataques militares realizados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, em breve comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores em seu site.

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“A soberania nacional, a segurança e a integridade territorial do Irã devem ser respeitadas”, afirmou o governo chinês.

Pequim pediu a cessação imediata das operações militares para evitar uma escalada das tensões e a retomada de diálogos e negociações diplomáticas, ressaltando a necessidade de “manter a paz e a estabilidade no Oriente Médio”.

A ofensiva conjunta de EUA e Israel neste sábado atingiu diversos alvos em todo o território iraniano, incluindo escritórios do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, cujo paradeiro ainda não foi confirmado.

Relatos internacionais sugerem que autoridades de alta patente da defesa iraniana teriam sido mortas no ataque.

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A nota chinesa não menciona o contra-ataque iraniano contra bases militares americanas em países da região, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Síria e Kuwait, que deixou feridos e algumas mortes confirmadas, inclusive de civis.

A escalada militar entre EUA e Irã também provocou o fechamento de aeroportos e cancelamentos de voos em várias regiões do Golfo Pérsico.

EUA e Israel x Irã

Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã na manhã deste sábado, aumentando a tensão no Oriente Médio. A ofensiva ocorre após semanas de ameaças do presidente Donald Trump e tem como objetivo neutralizar o que os dois países classificam como uma ameaça existencial do regime iraniano.

A imprensa iraniana relatou ataques em todo o território, enquanto Israel afirmou ter atingido dezenas de alvos militares. A capital Teerã registrou pelo menos três explosões, incluindo uma próxima à residência do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. Segundo autoridades israelenses, a primeira onda de ataques buscou atingir lideranças estratégicas do país.

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O próprio Donald Trump afirmou que a operação visa defender os Estados Unidos e seus aliados de ameaças iminentes, enquanto o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, qualificou a ofensiva como uma ação conjunta capaz de criar condições para que o povo iraniano “assuma seu próprio destino”.

Em retaliação, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e instalações militares americanas no Bahrein, Kuwait e Catar. Explosões foram ouvidas em várias regiões do Golfo, enquanto hospitais em Teerã entraram em alerta máximo.

Israel confirmou que está interceptando ameaças aéreas, e o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã declarou ter iniciado uma “resposta decisiva” aos ataques.

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