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Citi muda recomendação e preço-alvo para B3 (B3SA3); veja como fica

10 abr 2026, 12:07 - atualizado em 10 abr 2026, 12:07
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(Imagem: Divulgação/B3)

O Citi elevou o preço-alvo de B3 (B3SA3) de R$ 19 para R$ 23, o que implica em um potencial de valorização de 20% na comparação com o fechamento de ontem (9). Além disso, a recomendação do papel passou de neutra para compra.

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Segundo o banco, a revisão é sustentada por relevantes aumentos nas estimativas de lucro da B3, de 17% para 2026 e 13% para 2027. Esse avanço, explica o banco, é principalmente impulsionado por uma aceleração nos pagamentos de juros sobre o capital próprio (JCP), que geram benefícios fiscais materiais.

Há duas semanas, o conselho de administração da companhia aprovou o pagamento de JCP no valor total de R$ 372,5 milhões, equivalente a R$ 0,07434043 por ação. O pagamento será realizado em 13 de abril, com base na posição acionária de 31 de março de 2026.

A B3 vem registrando crescimento no volume negociado em ações em 2026 com a forte entrada de fluxo estrangeiro, a despeito da volatilidade com a guerra no Oriente Médio.

Por volta das 11h41 (horário de Brasília), o papel avançava 2,09%, a R$ 19,56.

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Elevação das estimativas

O Citi ainda elevou as premissas de volume médio diário negociado na B3 para 9% neste ano, como reflexo dos dados mais recentes divulgados pela companhia em seus relatórios semanais referentes a março.

“Agora projetamos um lucro líquido de R$ 6,6 bilhões em 2026 e R$ 6,8 bilhões em 2027, valores 19% e 13% acima do consenso da Bloomberg, respectivamente”, afirma o Citi.

Além disso, com base nas estimativas revisadas do Citi, a B3 é negociada a 15x o múltiplo de preço e lucro para 2026 e 14,5x para 2027, o que resulta no oferecimento de um rendimento de dividendos de 6,4%.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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