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Cogna (COGN3): Após disparada de 230%, Bradesco BBI revisa recomendação para o papel

10 fev 2026, 10:31 - atualizado em 10 fev 2026, 10:31
Cogna
(Imagem: Cogna/Divulgação)

Após a Cogna (COGN3) acumular uma valorização de 230% desde que o Bradesco BBI elevou a ação para compra, em 2024, os analistas optaram por rebaixar a recomendação para neutra, com um novo preço-alvo para o final de 2026 de R$ 4,20, ante R$ 4,80 anteriormente. O alvo implica em um potencial de alta de 11% ante o último fechamento.

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A companhia de educação, que figurava como a principal escolha do BBI no setor, tem a atualização na recomendação atribuída à forte valorização e à expectativa de resultados mais fracos no quarto trimestre de 2025.

Para 2026, o BBI reduziu a estimativa de lucros em 5%, ficando 4% abaixo do consenso.

Sobre o setor, os analistas ponderam que as admissões no primeiro semestre de 2026 têm sido desafiadoras até o momento, principalmente em ensino à distância, considerando o modelo semipresencial.

“As líderes de mercado Vitru, Cogna e Yduqs estão apresentando admissões estáveis em um mercado que provavelmente está em declínio, visto que Cruzeiro do Sul, Ser Educacional e outras empresas menores estão apresentando desempenho fraco”, diz o BBI.

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No pregão desta terça-feira (10), as ações da Cogna operam em queda. Por volta de 10h25 (horário de Brasília), COGN3 recuava 2,90%, a R$ 3,68. Acompanhe o tempo real.



Otimismo com o setor de educação

Apesar de ter rebaixado a Cogna, o Bradesco BBI mantém as recomendações de compra para as ações da Yduqs (YDUQ3), Ânima (ANIM3) e Vitru (VTRU3) com base em avaliações ainda atrativas, com potencial de alta de 24% a 56%.

Para os balanços do quarto trimestre de 2025, os analistas esperam resultados neutros em geral, com a Vitru sendo o destaque positivo e a Cogna, o destaque negativo devido à pressão sobre as margens na Kroton.

Após realizar o evento “Education Day”, os analistas apontam como expectativas para 2026 um crescimento das receitas em cerca de 5%, exceto para a Cogna, que espera crescer a uma taxa de um dígito alto. Além disso, as margens Ebitda devem ficar estáveis ou ligeiramente maiores, embora o BBI espere que as da Cogna diminuam.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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