Commodities

Milho atinge máxima de duas semanas em NY por clima e compras técnicas; soja e trigo avançam

13 jun 2024, 19:02 - atualizado em 13 jun 2024, 19:03
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Contrato julho do milho na bolsa de Chicago subiu 4,25 centavos, a US$ 4,585 por bushel. (Imagem: Reuters/Agustin Marcarian)

Os contratos futuros de milho na bolsa de Chicago atingiram uma máxima de duas semanas nesta quinta-feira (13) devido a compras técnicas e preocupações com o aumento das temperaturas no cinturão agrícola dos Estados Unidos.

As preocupações climáticas globais também ajudaram a apoiar os mercados de grãos, depois que o Departamento de Agricultura dos EUA reduziu na quarta-feira sua perspectiva para os estoques finais globais de milho e trigo para 2024-25 em seu relatório mensal.

Os operadores ficaram atentos às previsões dos EUA, à medida que as culturas de milho se aproximam de um período importante de desenvolvimento. As temperaturas subirão acima de 90 graus Fahrenheit na próxima semana no sul do Meio-Oeste dos EUA, e persistem riscos de muito mais calor e seca, disse o Commodity Weather Group em uma previsão.

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“As preocupações climáticas nos EUA durante as próximas 4-6 semanas provavelmente manterão o mercado de milho bem apoiado pelo menos até 4 de julho”, disse Tomm Pfitzenmaier, analista da Summit Commodity Brokerage.

O contrato julho do milho na bolsa de Chicago subiu 4,25 centavos, a US$ 4,585 por bushel, e atingiu uma máxima em duas semanas. O julho do trigo subiu 3 centavos, a US$ 6,20 por bushel.

O julho da soja subiu 12,25 centavos, a US$ 11,895 por bushel. Segundo Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, a alta foi mais um caso pontual, com previsões de aumento da temperatura nos EUA.

“Também tivemos um quadro melhor das exportações semanais dos EUA. Mas, no contexto geral, a safra americana está indo bem, com um bom plantio e muito boas condições das lavouras nesse momento”, diz.

*Com informações da Reuters

Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, também participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil e do Agro em Campo.
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