Combustíveis

Consumidor brasileiro consegue comprar 476 litros de gasolina com salário, revela pesquisa

18 jul 2019, 16:12 - atualizado em 18 jul 2019, 16:13
Com o litro da gasolina a R$ 4,35 – ou US$ 1,11 – e o salário líquido médio de R$ 2 mil – ou US$ 528 –, o consumidor brasileiro consegue comprar 476 litros de combustível com o que ganha

Quanto de gasolina é possível comprar com um salário no Brasil? A nova pesquisa realizada pelo time analítico do Picodi tomou como base o preço médio de um litro de gasolina no primeiro semestre de 2019 – R$ 4,35 ou US$ 1,11 – e o salário líquido médio do brasileiro – R$ 2 mil ou US$ 528 – e chegou à conclusão de que o consumidor brasileiro consegue comprar 476 litros do combustível com o que ganha.

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Na Argentina, a média é mais alta, uma vez que o salário líquido médio é mais alto – US$ 580 – e o preço médio da gasolina é menor – US$ 0,96. O consumidor argentino consegue adquirir, portanto, 607 litros.

Em El Salvador, o salário líquido médio é de US$ 425 e o preço médio do combustível é de US$ 0,90, o que ao consumidor comprar 474 litros.

A gasolina mais barata é da Venezuela. O preço está a US$ 0,000000002. Com o salário líquido médio de US$ 29, é possível comprar mais de 14 bilhões de litros. Pelo fato do país estar mergulhado em uma forte crise, o Picodi desconsidera que essa seja a melhor relação entre o valor do combustível e a média salarial nas Américas.

A posição fica para os Estados Unidos, com um salário líquido médio de US$ 3,6 mil e preço médio da gasolina em US$ 0,77. O consumidor norte-americano consegue comprar 4,7 mil litros de combustível.

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Metodologia

Sobre o salário líquido médio, a pesquisa utilizou dados fornecidos por escritórios oficiais e órgãos nacionais de estatística. Os preços médios do primeiro semestre de 2019 em mais de 100 países foi baseado em dados do site globalpetrolprices.com.

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Editora-assistente
Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua como editora-assistente do Money Times há pouco mais de três anos cobrindo ações, finanças e investimentos. Antes do Money Times, era colaboradora na revista de Arquitetura, Urbanismo, Construção e Design de interiores Casa & Mercado.
diana.cheng@moneytimes.com.br
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Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua como editora-assistente do Money Times há pouco mais de três anos cobrindo ações, finanças e investimentos. Antes do Money Times, era colaboradora na revista de Arquitetura, Urbanismo, Construção e Design de interiores Casa & Mercado.
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