Aura Minerals (AURA33): Empresa dispara junto ao ouro e integra carteira que subiu 49% em 2025; saiba mais
Os BDRs da Aura Minerals (AURA33) saltaram de R$ 29 para R$ 122 no período de um ano até o início deste mês. Será que é possível subir mais? Para os analistas do BTG Pactual, sim. A mineradora segue compondo a carteira recomendada de small caps do banco.
A produção da Aura é diversificada em diferentes metais, porém, o ouro é o que mais reluz no balanço da companhia. Foram produzidas 280.414 onças equivalentes ao longo de 2025 – período em que a cotação da commodity subiu 64%.
Também no acumulado do ano passado, a carteira de small caps do BTG acumulou avanço de 48,8%, significativamente acima dos 31% registrados pelo Índice Small Cap (SMLL).
Agora, em 2026, a equipe de análises do banco vê potencial para que a mineradora continue dando brilho ao desempenho do portfólio.
O crescimento da Aura Minerals em meio ao ciclo do ouro
No começo de 2026, o ouro tem sido negociado ao redor dos US$ 5 mil por onça. Na visão dos analistas do BTG Pactual, esse preço tende a ser normal ao longo do ano, com a cotação do metal se mantendo acima dos US$ 4.700.
Essa já é uma boa notícia para a Aura Minerals, mas a empresa também faz a lição de casa e deve agregar dois novos ativos ao seu portfólio neste ano. No longo prazo, a produção pode crescer até as 600 mil onças, mais que o dobro do registrado no último ano.
A equipe ainda destaca em relatório a distribuição de dividendos trimestrais consistentes, com yield esperado entre 6% e 8% ao longo do período de investimento. Além disso, a Aura Minerals se vale de baixa alavancagem e redução do risco, à medida que diversifica seus investimentos.
CONHEÇA A CARTEIRA DE SMALL CAPS DO BTG NA ÍNTEGRA
Small caps: a carteira recomendada do maior banco de investimentos da América Latina
O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina e mantém uma carteira recomendada de small caps para seus clientes desde julho de 2010.
Nesses quase 16 anos, a seleção de ativos acumula alta de 6.442%, enquanto o SMLL (índice referência para as small caps), 123,4%. Os valores de rentabilidade consideram os últimos preços de fechamento disponíveis em 13 de fevereiro.
O portfólio é composto por 10 ativos selecionados pela equipe de análise e estratégia do BTG. As empresas estudadas são majoritariamente aquelas com valor de mercado ao redor de R$ 15 bilhões, e o benchmark da carteira é o SMLL.
VEJA QUAIS SÃO AS 10 EMPRESAS QUE COMPÕEM A CARTEIRA DE SMALL CAPS DO BTG
Conheça a carteira recomendada do BTG na íntegra
A equipe de analistas do BTG Pactual atualiza a carteira de small caps todos os meses. Para fevereiro, os profissionais tiraram as recomendações de Unifique (FIQE3) e Vivara (VIVA3) para substituir por outros dois papéis com mais chances de manter o bom desempenho do portfólio.
Além disso, você poderá acessar o relatório da carteira na íntegra, e saber quais são as 10 empresas escolhidas pelos analistas do banco, de forma gratuita. Esta é uma cortesia do BTG Pactual para os leitores do Money Times.
ACESSO GRATUITO: AS 10 SMALL CAPS SELECIONADAS PELO BTG PACTUAL
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