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Aura Minerals (AURA33): Empresa dispara junto ao ouro e integra carteira que subiu 49% em 2025; saiba mais

19 fev 2026, 10:00 - atualizado em 19 fev 2026, 10:06
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BTG Pactual projeta crescimento contínuo da mineradora em meio a alta da cotação e da procura por ouro; confira quais são as small caps da carteira recomendada do banco (Imagem: Montagem no Canva Pro)

Os BDRs da Aura Minerals (AURA33) saltaram de R$ 29 para R$ 122 no período de um ano até o início deste mês. Será que é possível subir mais? Para os analistas do BTG Pactual, sim. A mineradora segue compondo a carteira recomendada de small caps do banco.

A produção da Aura é diversificada em diferentes metais, porém, o ouro é o que mais reluz no balanço da companhia. Foram produzidas 280.414 onças equivalentes ao longo de 2025 – período em que a cotação da commodity subiu 64%.

Também no acumulado do ano passado, a carteira de small caps do BTG acumulou avanço de 48,8%, significativamente acima dos 31% registrados pelo Índice Small Cap (SMLL).

Agora, em 2026, a equipe de análises do banco vê potencial para que a mineradora continue dando brilho ao desempenho do portfólio.

Saiba mais: Conheça todas as empresas que compõem a carteira recomendada de small caps do BTG Pactual, seleção de ativos que já avançou 6.442% desde a sua criação

O crescimento da Aura Minerals em meio ao ciclo do ouro

No começo de 2026, o ouro tem sido negociado ao redor dos US$ 5 mil por onça. Na visão dos analistas do BTG Pactual, esse preço tende a ser normal ao longo do ano, com a cotação do metal se mantendo acima dos US$ 4.700.

Essa já é uma boa notícia para a Aura Minerals, mas a empresa também faz a lição de casa e deve agregar dois novos ativos ao seu portfólio neste ano. No longo prazo, a produção pode crescer até as 600 mil onças, mais que o dobro do registrado no último ano.

A equipe ainda destaca em relatório a distribuição de dividendos trimestrais consistentes, com yield esperado entre 6% e 8% ao longo do período de investimento. Além disso, a Aura Minerals se vale de baixa alavancagem e redução do risco, à medida que diversifica seus investimentos.

CONHEÇA A CARTEIRA DE SMALL CAPS DO BTG NA ÍNTEGRA

Small caps: a carteira recomendada do maior banco de investimentos da América Latina

O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina e mantém uma carteira recomendada de small caps para seus clientes desde julho de 2010.

Nesses quase 16 anos, a seleção de ativos acumula alta de 6.442%, enquanto o SMLL (índice referência para as small caps), 123,4%. Os valores de rentabilidade consideram os últimos preços de fechamento disponíveis em 13 de fevereiro.

O portfólio é composto por 10 ativos selecionados pela equipe de análise e estratégia do BTG. As empresas estudadas são majoritariamente aquelas com valor de mercado ao redor de R$ 15 bilhões, e o benchmark da carteira é o SMLL.

VEJA QUAIS SÃO AS 10 EMPRESAS QUE COMPÕEM A CARTEIRA DE SMALL CAPS DO BTG

Conheça a carteira recomendada do BTG na íntegra

A equipe de analistas do BTG Pactual atualiza a carteira de small caps todos os meses. Para fevereiro, os profissionais tiraram as recomendações de Unifique (FIQE3) e Vivara (VIVA3) para substituir por outros dois papéis com mais chances de manter o bom desempenho do portfólio.

Além disso, você poderá acessar o relatório da carteira na íntegra, e saber quais são as 10 empresas escolhidas pelos analistas do banco, de forma gratuita. Esta é uma cortesia do BTG Pactual para os leitores do Money Times.

ACESSO GRATUITO: AS 10 SMALL CAPS SELECIONADAS PELO BTG PACTUAL

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, escreve sobre o mercado financeiro e economia desde 2021.
Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, escreve sobre o mercado financeiro e economia desde 2021.

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