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Com bitcoin e ethereum em baixa, especialista aposta em outra ‘classe’ de criptomoedas que pode multiplicar por até 300 vezes

30 jan 2026, 17:37 - atualizado em 30 jan 2026, 17:37
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(Imagem: REUTERS/Dado Ruvic)

O ano de 2025 foi uma verdadeira montanha-russa para o bitcoin (BTC) e para o ethereum (ETH), as duas principais criptomoedas do mercado.

O BTC chegou a renovar máximas e atingir os US$ 126 mil, mas depois despencou e encerrou dezembro em US$ 88 mil, uma queda anual de 6,3% que marcou o primeiro ano no negativo desde 2022.

Com o ethereum, não foi diferente. A segunda maior cripto em valor de mercado também chegou à máxima histórica em 24 de agosto de 2025, cotada em US$ 4,9 mil, mas depois despencou e encerrou o ano em US$ 2,9 mil, queda superior a 10%.

2026 também não começou favorável para as duas gigantes. Enquanto escrevo esta matéria, o BTC apresenta um desempenho de –9% no ano, enquanto o ETH cai cerca de –5%.

Enquanto as duas maiores criptos têm dado poucas alegrias aos seus investidores nos últimos meses, outras moedas menores dependem menos de macroeconomia e fatores ligados ao mercado para poder entregar valorizações expressivas, avalia o head de criptomoedas da Empiricus, Valter Rebelo.

Outra ‘classe’ de criptomoedas pode dar retornos maiores que BTC e ETH

Estou falando das chamadas memecoins, criptomoedas criadas com o intuito de representar memes da internet, piadas ou tendências culturais.

Diferentemente do bitcoin e do ethereum, esses ativos não têm nenhuma utilidade real. Por isso, eles não dependem apenas de fatores macroeconômicos para subir: isso ocorre simplesmente por apelo da comunidade, ou influência de alguma celebridade ou autoridade.

Um exemplo recente foi a memecoin nietzschean penguin (PENGUIN), que disparou 564% em apenas 24 horas após um post da Casa Branca, dos EUA, viralizar.

Na publicação, o Presidente Donald Trump dava as mãos para um pinguim carregando a bandeira dos Estados Unidos, em clara referência aos interesses do republicano sobre a Groenlândia. Bastou isso para que a PENGUIN disparasse.

Agora, veja por um ponto de vista um pouco mais técnico sobre o porquê essas criptomoedas podem se valorizar mais do que o bitcoin e o ethereum.

Atualmente, o BTC tem uma capitalização de mercado de US$ 1,8 trilhões. Isso é, para ela dobrar de valor, por exemplo, seria necessária uma injeção dos mesmos US$ 1,8 trilhões. Isso é impossível? Não. Ao longo do tempo, especialistas acreditam que a criptomoeda poderá se valorizar ainda mais que isso. Mas o processo não é simples.

Por outro lado, uma memecoin entra no mercado valendo centavos, ou frações de centavos em alguns casos. Logo, elas necessitam de uma entrada de capital muito menor para se multiplicarem exponencialmente.

Quando surge uma comoção em torno de um desses ativos, como foi o caso da PENGUIN, a tendência é uma disparada dessas moedas. Alguns exemplos de valorizações no mercado de memecoins são:

  • Shiba Inu (SHIB), que valorizou 54.000.000% em 10 meses;
  • Dogecoin (DOGE), que se multiplicou por mais de 140 vezes;
  • Pepe (PEPE), que reportou ganhos de mais de 15.000%;
  • Bonk (BONK), que valorizou mais de 25.000% no auge;
  • Official Trump (TRUMP), Goatseus Maximus (GOAT) e Numogram (GNON) também são outros exemplos de valorizações notáveis.
Fonte: Livecoins

É claro que, por terem potencial mais explosivo do que as gigantes do mercado, essas moedas também são mais arriscadas — não são todas as memecoins entre as milhares existentes no mercado que se valorizam.

Então como encontrar oportunidades como essas no momento exato?

Especialista desenvolve ferramenta que busca sozinha as melhores memecoins do mercado

Foi pensando nisso que o especialista Valter Rebelo, desenvolveu o robô Memebot One Million.

Rebelo explica que o robô foi criado com duas “missões”:

  • Procurar, de forma 100% automática, as memecoins que estão “no ponto” para disparar; e
  • Buscar até R$ 1 milhão com valorizações de até 300 vezes.

Mas como, exatamente? Bom, o Memebot One Million trabalha “sozinho”, por meio de seu próprio algoritmo, buscando criptomoedas de altas chances de valorização no mercado.

A ferramenta está programada apenas para detectar ativos cujo potencial possa transformar os aportes financeiros iniciais em retornos de até seis dígitos.

Enquanto isso, o usuário precisa apenas:

  • Instalar a ferramenta em sua conta na corretora;
  • Entrar com os aportes financeiros;
  • Apertar “copiar” uma única vez; e
  • Deixar o restante por conta da ferramenta.

Assim, o usuário pode viver sua vida normalmente enquanto a ferramenta busca as memecoins mais promissoras no mercado para ter a chance de alcançar o primeiro milhão.

Apesar desse número parecer exagerado à primeira vista, ele não seria, nem de longe, a maior multiplicação de capital já oferecida por uma memecoin, como mostraram os exemplos citados.

Outras recomendações da Empiricus também tiveram valorizações exponenciais. A Axie Infinity, por exemplo, recomendada pela casa em 2021, se multiplicou por 300 vezes em apenas 10 meses, transformando um investimento de R$ 3.500 em R$ 1 milhão.

Agora, você também pode fazer parte da próxima oportunidade oferecida pelo time de criptoativos da casa, o Memebot One Million.

INSCRIÇÃO GRATUITA: QUERO CONHECER O MEMEBOT ONE MILLION

Inscreva-se gratuitamente para o lançamento do Memebot One Million

A especialista Heloísa Mendonça, braço direito de Rebelo, vai apresentar a ferramenta na próxima segunda-feira (2), às 19h.

A boa notícia é que as inscrições para o lançamento do robô são gratuitas. No evento 100% online, a equipe irá explicar como a ferramenta funciona e como utilizá-la.

A iniciativa é mais uma da Empiricus – pioneira no Brasil entre as casas de análise a recomendar criptomoedas – em democratizar e facilitar o acesso aos investimentos.

Caso tenha interesse em conhecer melhor o Memebot One Million e ter a chance de buscar o primeiro milhão com as memecoins, basta clicar neste link ou no botão abaixo.

INSCRIÇÃO GRATUITA: QUERO CONHECER O MEMEBOT ONE MILLION

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Jornalista pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Já trabalhou para o Money Times, Seu Dinheiro e Jornal da PUC, além de colaborar no UOL e Projeto #Colabora. Atualmente é Produtor de Conteúdo na Empiricus.
Jornalista pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Já trabalhou para o Money Times, Seu Dinheiro e Jornal da PUC, além de colaborar no UOL e Projeto #Colabora. Atualmente é Produtor de Conteúdo na Empiricus.
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