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Não é Petrobras: esta petrolífera pode valorizar 80%, sem ser afetada pelo jogo político que influencia a estatal; conheça

18 jul 2022, 12:00 - atualizado em 18 jul 2022, 13:00
petroleo dinheiro
Com um crescimento de 123% em menos de dois anos, potencial do negócio chamou a atenção dos analistas da Toro Investimentos; conheça a ação que pode se beneficiar da alta dos combustíveis (Imagem: Shutterstock)

Ao abrir um site de notícias sobre economia, é bem provável que você se depare com os temas “petróleo”, “guerra na Rússia” e “alta dos combustíveis”. Provavelmente, tudo em uma mesma matéria. Nesse contexto, uma determinada empresa brasileira tem recebido ainda mais destaque: a Petrobras (PETR4).

Diante do recente troca-troca de presidentes e a interferência direta que vem sofrendo do jogo político em suas cotações, a gigante do petróleo nacional se tornou pauta recorrente nos noticiários.

Mas apesar de toda essa atenção midiática, a estatal está longe de ser a única empresa do setor de petróleo que merece atenção. Afinal, quem investe sabe que é preciso estar atento a todos os players do mercado para enxergar boas oportunidades.

Para a Toro Investimentos, há uma outra ação do setor de petróleo que merece atenção dos investidores e que tem um potencial promissor. Segundo o Analista Chefe da Toro, Lucas Carvalho, esta empresa que “compete” com a Petrobras pode apresentar valorização de 80% no longo prazo.

Com uma expansão de 123% desde o IPO, há menos de dois anos, a companhia tem se provado um importante player no ramo de commodities, com boas perspectivas de crescimento.

Por esse motivo, os analistas da Toro acreditam que esta petrolífera é uma boa opção para a carteira, especialmente em um momento de alta dos combustíveis e possível crise de oferta devido ao conflito Rússia-Ucrânia.

Acessando o relatório gratuito através do botão abaixo, você pode descobrir qual é esta ação. Na sequência, você entende melhor por que a equipe de análise da Toro está tão confiante com as perspectivas da empresa.

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Expectativas lá em cima

O petróleo foi um dos destaques no primeiro semestre deste ano. Em meio aos desdobramentos da guerra da Ucrânia, os preços do petróleo tipo brent, principal indicador do setor, chegaram a alcançar os US$ 130 por barril no mês de março – 116% a mais que o valor registrado no mesmo mês do ano passado (cerca de US$ 60 por barril).

E a escalada não deve parar por aí. Segundo relatório recente da J.P. Morgan, a expectativa é de que, em um cenário mais drástico, o preço do barril alcance os US$ 380 até o final do ano.

São alguns os fatores que, combinados, explicam essa alta nos últimos meses. Em primeiro lugar, a guerra envolvendo a Rússia, que é o terceiro maior país produtor de petróleo do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da Arábia Saudita. O medo de que Putin corte a oferta de petróleo e gás natural, impactando principalmente o continente europeu, está pressionando os preços do barril.

Simultaneamente, houve o aumento da demanda pela commodity ao redor do mundo, devido ao afrouxamento das restrições pandêmicas e a retomada das atividades de turismo.

A combinação entre essa maior demanda e a menor oferta, em razão da guerra, culminaram na disparada do preço do petróleo. Trata-se de um aumento que afeta o bolso do consumidor – mas, por outro lado, beneficia quem entende do mercado e investiu na commodity com pensamento a longo prazo.

Por mais que as tendências ESG (sigla para boas práticas na área ambiental, social e de governança) apontem para um futuro mais sustentável e focado em fontes de energia renovável, é fato que a transição de matriz energética é um processo lento. Neste meio tempo, o petróleo continuará sendo uma fonte de energia importante.

Em relatório divulgado recentemente, a Agência Internacional de Energia (IEA) afirma que a demanda mundial por petróleo deve aumentar 2% em 2023, chegando à marca recorde de 101,6 milhões de barris por dia.

Quem pode se beneficiar dessas perspectivas é justamente a ação desta petrolífera, que tem um papel importantíssimo na oferta de combustíveis tanto no Brasil como no mundo.

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Enquanto uma vende… outra compra

Dentro do cenário positivo para a demanda por petróleo no Brasil e no mundo, há uma empresa que está conseguindo se destacar ainda mais e atraindo a atenção de analistas da Toro Investimentos.

Neste momento de alta dos combustíveis, a empresa recomendada pela corretora apresentou resultados notáveis, como é possível ver pelo seu balanço do primeiro primeiro trimestre de 2022:

  • A receita líquida cresceu 182% na comparação anual, atingindo R$ 375 milhões;
  • Já seu EBITDA ajustado (indicador que mede a geração de caixa) foi de R$ 198 milhões, representando um crescimento de 150,3% ante o mesmo período de 2021.

Essa evolução está diretamente atrelada a uma política empresarial que tira proveito dos desinvestimentos da Petrobras.

Em curso desde 2020, este plano da gigante petrolífera consiste na venda de diversos ativos considerados de menor retorno para a empresa. O objetivo é reduzir as dívidas da companhia e maximizar os recursos dos seus investidores, focando naqueles ativos que geram mais valor para a companhia, que pretende se dedicar de forma exclusiva à extração de petróleo em águas profundas e ultraprofundas.

Se, de um lado, há quem venda, do outro lado existe gente querendo comprar, como é o caso da petrolífera indicada pela Toro. Seu modelo de negócios consiste na aquisição de ativos que já estejam em estágio de produção, mitigando assim o risco exploratório.

Isso significa que, para essa empresa, não existe a possibilidade de investir na exploração de determinados campos e acabar não tendo retorno devido a um possível fracasso.

Além disso, todos os ativos adquiridos pela companhia já possuem alto nível de reservas comprovadas, infraestrutura logística já instalada e baixo custo de extração se comparado à média do mercado.

Todos esses requisitos, juntos, fizeram o portfólio da empresa saltar de quatro para nove ativos operacionalmente eficientes, desde seu IPO, consolidando-se hoje como uma das maiores produtoras de petróleo e gás terrestre do Brasil, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Os números reforçam a boa capacidade operacional da companhia. Só no primeiro trimestre deste ano, a produção média nos campos de petróleo da empresa foi de 9.963 barris de óleo equivalente por dia (boe/d).

E esses números tendem a melhorar pois, de acordo com projeções da Toro Investimentos,  com a incorporação de todos os ativos adquiridos pela Companhia, a petrolífera poderá aumentar a sua produção para mais de 40 mil boe/d em 2023.

“A empresa conta com vantagens competitivas frente aos seus principais competidores, além de adotar uma estratégia voltada para fusões e aquisições, em conjunto com margens elevadas e múltiplos atrativos”, conclui a corretora.

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