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Paulo Guedes voltou atrás e os dividendos de fundos imobiliários seguirão livres de imposto de renda (quem apostou contra o ministro lucrou)

Paulo Guedes
(Imagem: REUTERS/Adriano Machado)

Depois de semanas sofridas, os investidores de fundos imobiliários (FIIs) finalmente puderam sorrir desde segunda-feira (12), com a notícia anunciada pelo deputado Celso Sabino (PSDB-PA) de que essa classe de ativos continuará isenta de impostos sobre dividendos

Ou seja: os investidores continuarão a receber 100% dos seus proventos mensais respectivos às suas cotas de fundos, sem precisar dar partes dele para o Leão da Receita Federal (a proposta de Guedes era de taxar 15% do rendimento de FIIs). Fora as todas as outras vantagens desse tipo de investimento, que permanecem intactas (veja a lista de vantagens de investir nos FIIs aqui).

Eu já tinha avisado os leitores do Money Times duas vezes que essa ideia de tributar dividendos de fundos imobiliários dificilmente iria passar. Aliás, eu fui além: avisei também que o pânico que a notícia provocou nos mercados, derrubando as cotas dos fundos imobiliários, era uma excelente oportunidade de compra.

Não tenho bola de cristal, nem informações privilegiadas de Brasília. Eu apenas abri para os leitores a análise da Empiricus sobre a questão. A visão era de que ninguém tributa dividendos no mundo todo, isso seria uma distorção brasileira. E mais: para fazer isso, o Congresso teria que enfrentar a turma do mercado imobiliário e do agronegócio, algo que parecia difícil no cenário político atual.

Eu também avisei aos leitores que o Caio Araújo, especialista em fundos imobiliários da Empiricus, tinha encontrado três fundos imobiliários a preço de banana (saiba quais são aqui), com potencial de pagamento de dividendos de até 11%. No dia seguinte ao anúncio da ideia de tributação, ele indicou a compra para seus assinantes – e alguns deles já estão surfando a valorização dos ativos.

“Compre ao som de canhões e venda ao som de violinos”. Essa é uma das regras de ouro para lucrar no mercado financeiro, também conhecida como “comprar na baixa para vender na alta”.  Geralmente, quem segue essa máxima consegue ganhar uma bolada, principalmente quando olhamos a longo prazo. 

Quem aproveitou todo o pânico e pessimismo que rolou no mercado imobiliário para comprar FIIs, lá quando o Guedes anunciou a possível tributação, conseguiu capturar uma verdadeira liquidação de ativos. 

Assim que foi divulgada a informação de que a cobrança de impostos sobre dividendos de FIIs foi descartada, os fundos imobiliários começaram a subir na bolsa. No momento em que escrevo esse texto, o Ifix, que é o principal índice de fundos imobiliários negociado na B3, subiu 2,9% nos últimos cinco dias até hoje (15).

IFIX / Google Finance – Acesso dia 15/07/21

E isso foi apenas a média dos mercados. 

Quem investiu nos fundos imobiliários indicados pelo Caio Araújo já conseguiu alta de 5% em menos de 15 dias. Mas isso não é a melhor parte. O melhor de tudo é que esses investidores conseguiram comprar fundos imobiliários de extrema qualidade na baixa, o que aumenta o seu “dividend yield”. Há fundos que estão tão descontados que podem pagar dividendos de 11% ao ano. É uma taxa excelente considerando que a taxa Selic hoje é de 4,25%.

Esse é o papel do Caio na Empiricus: identificar as oportunidades mais promissoras para seus assinantes multiplicarem seu dinheiro investido. E o meu papel é revirar todos esses relatórios para avisar os leitores do Money Times quando há uma oportunidade dessa magnitude.

E se você ficou de fora dessa, sinto muito. Mas lamento lhe dizer que não foi por falta de informação:

Eu te avisei 2 vezes que isso poderia acontecer…

É duro dizer isso, mas muito investidor deixou de comprar FIIs a preço de banana e surfar nesse upside porque quis. Um pouco antes dessa guinada, publiquei no dia 29 de junho uma matéria no Money Times explicando a oportunidade que estava diante do investidor:

No texto, eu expliquei que todo o caos do mercado imobiliário poderia ser positivo para você, investidor. Vou até reproduzir um trecho com as exatas palavras que escrevi naquele dia para justificar essa afirmação: “Primeiro, porque existem boas chances de que essa tributação dos rendimentos dos FIIs não seja aprovada. E segundo, porque essa queda de preços dos FIIs pode ser uma oportunidade interessante para quem quer comprar um bom fundo por menos dinheiro”. 

Nessa matéria, também deixo claro que não era apenas o Caio Araújo, especialista de fundos imobiliários, que defendia essa tese. Mas sim, ninguém menos do que Felipe Miranda, o estrategista-chefe e analista de maior destaque da Empiricus. 

Mas eu avisei também uma segunda vez para o leitor do Money Times. Isso foi no dia 7 deste mês:

Nesse segundo texto, eu expliquei todos os motivos pelos quais o Caio acreditava que a Reforma Tributária não seria aprovada do jeito que estava. E quem leu a matéria, também ficou sabendo dos 3 melhores FIIs que o analista indicou para a compra de seus assinantes. 

É claro que, nessa história, tiveram dois tipos de pessoas: 

  1. Tiveram aqueles que leram tudo e não tomaram nenhuma atitude. Essas pessoas deixaram de ter a chance de comprar os ativos a um preço de barganha, e pode até ser que elas estejam lendo esse texto hoje e não vão fazer nada (novamente).
  2. Mas também tiveram aquelas pessoas que leram tudo que eu falei e decidiram agir. Essas aproveitaram a oportunidade que estava diante delas para ganhar dinheiro. 

Se você é parte do primeiro grupo, já vou me adiantar: pare de ler a matéria se você chegou até aqui. Você já está informado o suficiente da retomada do setor imobiliário e não vai fazer questão de agir se eu te contar que existe uma chance de se beneficiar de tudo isso. 

Mas se você é mais parecido com o perfil número 2, de pessoas que partem para a atitude, é com você que quero falar agora. Eu tenho uma oportunidade para te contar: 

Ainda dá tempo de capturar os melhores FIIs da bolsa em promoção 

É claro que, independente da Reforma Tributária e de Paulo Guedes, o mercado imobiliário ainda não se recompôs totalmente. Para você ter uma ideia, o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) fechou o mês de junho com queda de mais de 2%, amargando uma perda de 4% no semestre. No início de 2020, o IFIX chegou a ultrapassar os 3 mil pontos. No momento em que escrevo esse texto, ele está no patamar de 2.840. 

Percebe a diferença? A verdade é que, ao contrário do Ibovespa, que reúne as principais ações da bolsa e já retomou o seu patamar pré-pandemia, o Ifix e os fundos imobiliários ainda não voltaram ao patamar pré-crise.

De acordo com Caio Araújo, o segundo semestre do ano pode representar uma recuperação da indústria de fundos imobiliários, em função de fatores micro e macro econômicos. São eles: a aceleração do quadro de vacinação, aliada às estimativas já bem “esticadas” dos juros longos. 

Inclusive, agora que a tributação do rendimento dos FIIs não foi aprovada, o Caio está otimista com o mercado. “Ouso dizer que poderíamos atingir o turning point (ponto de virada) da indústria de fundos imobiliários”, explica o analista. O setor veio apanhando no primeiro semestre com a perspectiva de alta de juros e o desempenho ruim dos segmentos mais afetados pela pandemia (como shoppings centers e escritórios) que ainda não voltaram a operar em toda a sua capacidade.  

Além disso, muitas empresas estão voltando ao ritmo normal. O próprio Dória suspendeu o home office para os funcionários do estado já vacinados. É, parece que a hora de voltar ao escritório chegou… 

E isso é uma ótima notícia para os fundos imobiliários de escritórios corporativos, por exemplo. E agora as previsões também são otimistas para os shoppings, que estão rumo à normalidade e tendem a se beneficiar com a demanda reprimida que o brasileiro vem enfrentando há mais de um ano. 

O ponto disso tudo é: ainda dá tempo de investir em FIIs de qualidade que estão descontados devido ao cenário atual. “Você pode comprar ótimos empreendimentos a um preço mais barato do que há um ano e meio atrás e ainda potencializar esse ganho recebendo aluguel todo mês”, afirma Caio Araújo.

E o mais interessante disso tudo é que você não precisa de muito dinheiro para começar. Para montar a carteira com os três melhores FIIs indicados pelo Caio, por exemplo, você só precisa de R$300.  

E o Caio quer te mostrar quais são os 3 FIIs que ele está recomendando para seus assinantes. Para saber mais, basta clicar no botão abaixo: 

CLIQUE AQUI PARA SABER QUAIS SÃO OS 3 FIIs QUE O CAIO RECOMENDOU PARA SEUS LEITORES – ELES AINDA ESTÃO NO PONTO CERTO PARA VOCÊ ENTRAR E SURFAR NA RETOMADA DO SETOR  

Estes 3 FIIs estão baratos, e no momento certo para você entrar:

Dentre as 3 recomendações de compra do Caio, duas delas são fundos de crédito imobiliário, que apresentam perfil “high grade” (alta qualidade) e bastante tradição na indústria, geridos por Credit Suisse e Mauá Capital. 

Vale citar que o segmento de crédito é bem correlacionado com o IPCA e o CDI, fazendo com que essa classe de FII seja uma das que mais se beneficia diante do cenário atual. Afinal, o retorno deles aumenta com a alta de juros e inflação.

De acordo com o analista, esses fundos estão com preço de entrada muito interessante e ainda apresentam dividend yield (taxa de dividendo) anualizado entre 9% e 11% ao ano. Um valor atrativo, ao olharmos para a atual Selic a 4,25%. Isso sem contar uma possível valorização do fundo. 

“Estamos tratando de um spread (diferença de preços entre ativos) interessante em relação ao tesouro IPCA +2035”, afirma o especialista de fundos imobiliários da Empiricus. 

O outro FII indicado por Caio é um fundo de lajes corporativas, gerido pela Autonomy Investimentos. Segundo o analista, esse fundo está com desconto exagerado e pode representar um case clássico de assimetria. 

E se você chegou até aqui, acredito que esteja curioso para saber quais são estes 3 ativos que o Caio está indicando para seus assinantes. 

Bom, eu até poderia te falar quais são, mas o Caio quer contar ele mesmo. 

Você pode ter acesso à seleção dos 3 melhores fundos imobiliários clicando no botão abaixo e aproveitar uma das maiores janelas de oportunidade que já surgiram para esse tipo de investimento (sem falar da orientação que você vai receber de um dos analistas da maior casa de research do país). 

Agora é a hora de você provar para você mesmo: depois de ler tudo isso, você vai simplesmente fechar essa aba ou dar uma chance para uma das maiores oportunidades de lucrar com o setor imobiliário? A escolha é sua. Eu vou ficando por aqui. 

SAIBA QUAIS SÃO OS 3 MELHORES FUNDOS IMOBILIÁRIOS EM LIQUIDAÇÃO SEGUNDO CAIO ARAÚJO – ELES AINDA ESTÃO VALENDO A PENA