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Privatizações: Sabesp (SBSP3) entrega boas notícias, mas potencial de alta na bolsa está em outro estado, diz BTG

19 mar 2026, 10:00 - atualizado em 19 mar 2026, 8:34
Privatização, Sabesp
A companhia de saneamento paulista entregou bons resultados e apontou em qual empresa deseja investir; no entanto, BTG Pactual inclui outra estatal do ramo em carteira de small caps que sobe 6.686% (Imagem: Money Times/Diana Cheng)

Quem acompanha o mercado de perto, dificilmente passou batido pelas notícias da Sabesp (SBSP3) na última terça-feira (17). A companhia apresentou resultados, divulgou o pagamento de proventos e se mostrou interessada em investimentos fora do estado de São Paulo.

As ações subiram 1,94% no mesmo dia, de acordo com dados do Status Invest. Ao mesmo tempo, o índice Ibovespa avançou 0,3%, segundo a Agência Brasil.

A empresa teve lucro líquido ajustado de R$ 1,9 bilhão no quatro trimestre de 2025, uma estabilidade em comparação com o ano anterior. A receita líquida ajustada subiu 2,1% e chegou a R$ 5,7 bilhões. Já o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) teve alta de 13% (R$ 3,4 bilhões).

E parte dos ganhos vai para o bolso dos acionistas, já que foi aprovado o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de 0,829190381 por ação. Investidores que tiverem posição até 19 de março receberão o valor no dia 30 de abril.

Então, foi mencionada a possibilidade de investimentos em outra companhia que passa por um processo de privatização semelhante ao vivido pela Sabesp recentemente.

Veja mais: Carteira recomendada de small caps do BTG Pactual já subiu 6.686% desde a sua criação e inclui estatal em processo de privatização; acesse

De olho na Copasa (CSMG3)

Durante a teleconferência de resultados da Sabesp, o CEO Carlos Piani afirmou que a empresa está de olho na oportunidade de investimento aberta pela privatização da Copasa (CSMG3), companhia do mesmo setor, com atuação em Minas Gerais.

Carlos Sequeira, analista do BTG Pactual, lidera um time que acompanha de perto a estatal mineira. Eles desenvolvem uma carteira recomendada de small caps que tem as ações CSMG3 no portfólio.

Os profissionais do banco destacam o múltiplo de 1,8x EV/RAB – indicador que reflete quanto os investidores estão dispostos a pagar pela companhia em relação aos ativos regulados, que asseguram retorno previsível. Ainda de acordo com a equipe, isso se traduz em um desconto na comparação com a Sabesp.

Além disso, “a Copasa investiu abaixo das expectativas por anos” e eles entendem que a privatização oferece um potencial de alta relevante relacionado aos ativos regulados.

Vale recordar que o processo de desestatização da companhia está em curso.

Veja: A carteira recomendada de small caps do BTG Pactual inclui 10 empresas para quem busca investimentos com alto potencial de ganhos na bolsa. Conheça o portfólio na íntegra

A carteira recomendada que sobe 6.686%

A carteira recomendada de small caps do BTG Pactual traz atualmente 10 ativos para os investidores que buscam ações com bom potencial de alta. Entre eles, há duas empresas do setor de serviços básicos, incluindo a Copasa, que somam 20% do peso da carteira.

Em fevereiro, o portfólio teve alta de 3,7%, ante 1,9% do SMLL, índice de small caps da B3, que é utilizado como referência para a carteira. Desde julho de 2010, quando Sequeira assumiu a gestão, a alta acumulada é de 6.686%, enquanto o SMLL subiu “apenas” 127,6%.

Uma das melhores características dessa carteira é a facilidade para acessá-la e conhecer todo o portfólio na íntegra. Bata clicar no link abaixo e seguir as instruções:

QUERO CONHECER A CARTEIRA RECOMENDADA DE SMALL CAPS DO BTG PACTUAL

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, escreve sobre o mercado financeiro e economia desde 2021.
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