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Copasa (CSMG3): BB Investimentos eleva recomendação de venda para neutra, mas preço-alvo segue em R$ 32,30; entenda

26 fev 2026, 19:27 - atualizado em 26 fev 2026, 19:44
Copasa
(Imagem: Divulgação)

O BB Investimentos elevou a recomendação para Copasa (CSMG3) de venda para neutra – em um momento em que o mercado aguarda pela privatização da companhia -, mas manteve o preço-alvo em R$ 32,30 à espera de “informações necessárias para correta precificação”.

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O valor da projeção do banco representa uma potencial de desvalorização de 41,95% em relação ao último fechamento do ação.

A avaliação é feita em um momento em que o papel acumula valorização de mais de 140% no último ano. Para o BB Investimentos, a ação da companhia tem sido mais impactada pela espera da desestatização do que pelo desempenho operacional e financeiro da empresa.

No relatório, o BB Investimemtos ressaltou que o preço-alvo de agora ainda não contempla o sucesso na execução da oferta e consequente desestatização com possíveis prorrogações das concessões atuais, mas foi estimado o potencial valor das ações em caso de concretização da operação.

“No melhor cenário, que contempla a unificação dos vencimentos de todos os contratos para 2073, data de vencimento do atual contrato mais longo, e ganhos de eficiência que elevariam a margem Ebitda para patamar acima dos 50% a partir de 2030, o preço alvo das ações chegaria a R$ 92,00, sem considerar pagamento de outorga para a prorrogação das concessões”, observou a casa.

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Caso haja outorga, esse preço alvo seria reduzido em R$ 3,00 para cada R$ 1 bilhão de outorga.

A expectativa é de que a desestatização seja concluída ainda no primeiro semestre de 2026, conforme informou a presidente da companhia, Marília Carvalho de Melo.

O BB Investimentos citou avanços no processo, com a Reforma do Estatuto aprovada pelo Conselho de Administração incorporando adequações necessárias para a privatização previstas na lei que a aprovou, bem como a criação de golden share, submetida à Assembleia de Acionistas.

No quarto trimestre de 2025 (4T25), a companhia reportou lucro líquido de R$ 337 milhões, uma alta de 23,9% frente ao mesmo período do ano anterior

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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