CPI

CPI: Inflação dos EUA sobe 0,1% em julho e acumula alta anual de 3,4%

12 ago 2026, 9:41 - atualizado em 12 ago 2026, 9:56
estados unidos eua cpi inflação fed
(Imagem: Canva Pro/Bumblee-Dee)

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos (EUA) avançou 0,1% no mês de julho, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira (12). Para comparação, em maio, o índice recuou 0,4%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A inflação norte-americana no acumulado dos últimos 12 meses soma 3,4%, em linha com o esperado pelo mercado. Com isso, os preços ainda estão acima da meta de 2% perseguida pelo Federal Reserve (Fed).

O índice de habitação subiu 0,1% em julho, representando aproximadamente dois terços do aumento mensal de todos os itens. O índice de gastos com alimentação também aumentou 0,1% no último mês, enquanto o índice de gastos com alimentação fora de casa subiu 0,3%. Por outro lado, o índice de energia caiu 1,5% em julho.

Já o índice geral de itens, excluindo alimentos e energia, subiu 0,2% em julho e 2,5% no ano, após um aumento de 2,6% em relação ao ano anterior.

CPI e os juros

O mercado acompanha de perto o CPI para calibrar as apostas de corte de juros no país, apesar desse não ser o índice inflacionário favorito do Fed.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A visão geral é de que o banco central norte-americano entrou em um estágio de espera após dados resilientes da economia dos EUA e a incerteza quanto a guerra entre os EUA e Irã.

Antes da divulgação do CPI, a ferramenta CME FedWatch indicava 53,9% de chance de o Fed manter os juros. Atualmente, a taxa de referência dos EUA está na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano. Para a reunião de outubro, a expectativa é de alta, com 59,3% das expectativas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar