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Crise das sementeiras, arrancada para o boi e temor para o etanol; os destaques do Agro Times

25 jan 2026, 10:00 - atualizado em 23 jan 2026, 14:16
agro etanol
(iStock.com/Mailson Pignata)

Depois de um tempo considerável de pausa, estamos de volta com os destaques semanais do Agro Times: a terceira semana cheia de 2026 contou com temas relevantes para o agro

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Ouvimos o CFO da SLC Agrícola (SLCE3), Ivo Brum, que defendeu o “valor real da ação” e disse quando o investidor pode esperar o próximo pagamento de dividendos.

Em meio a esse momento cíclico de “vacas magras” do agronegócio — que também afasta investidores desses ativos —, o Itaú BBA listou as melhores e piores ações para navegar neste ano. Também te contamos sobre o nascimento do mercado de etanol de trigo no Brasil.

Confira os assuntos mais lidos que você pode ter perdido.

Os temas que mais se destacaram na última semana:

5º lugar – Mais uma ‘lombada’ no ciclo do agronegócio: Itaú BBA rebaixa Boa Safra (SOJA3) e corta preço-alvo

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Itaú BBA rebaixou sua recomendação para a Boa Safra (SOJA3) de compra para neutro (market perform) e reduziu o preço-alvo da ação de R$ 15 para R$ 10.

A nova avaliação reflete uma abordagem mais conservadora para o agronegócio. No cenário macroeconômico, o banco enxerga a continuidade de um ambiente desafiador para os produtores rurais ao longo do calendário da safra 2025/26.

4º lugar – Minerva (BEEF3) homologa aumento de capital com exercício de bônus de subscrição

Minerva Foods (BEEF3) informou na terça-feira (20) que seu conselho de administração aprovou a homologação de um aumento de capital no valor de R$ 44,6 mil, dentro do limite do capital autorizado da companhia. A operação decorre do exercício de bônus de subscrição por parte de acionistas.

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Top 3 do agro

3º lugar – SLC Agrícola (SLCE3) alerta para momento desafiador: ‘Não me surpreende que várias sementeiras estejam com problemas

A SLC Agrícola avalia que o agronegócio atravessa um período desafiador, marcado por juros elevados e preços pressionados das commodities.

Para Ivo Brum, CFO da companhia, a necessidade de capital de giro é um dos principais gargalos do setor, com impacto ainda mais forte sobre as empresas de sementes.

“O ciclo é longo e o capital de giro está muito caro. Você vende com margens mais baixas, pressionado pelos preços, e o custo financeiro começa a gerar problemas. Não me surpreende que várias sementeiras estejam enfrentando dificuldades financeiras. O agronegócio é cíclico e é fundamental poupar nos momentos de ciclo alto para atravessar os períodos de baixa”, explicou.

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2º lugar – Rabobank acende ‘alerta amarelo’ com expansão do etanol de milho no Brasil

A forte expansão do etanol de milho no Brasil e seus reflexos sobre os mercados de açúcar e biocombustíveis foram tema do mais recente relatório do Rabobank, intitulado “Corn ethanol in Brazil – yellow alert for sugar?”.

Segundo o banco, a ameaça de um desequilíbrio no mercado de etanol acende um “alerta amarelo” para a indústria do açúcar, no Brasil e em outros países.

1º lugar – Futuros do boi gordo saltam mais de R$ 6,50 nos últimos 2 pregões; o que mexe com os preços?

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Os principais contratos futuros do boi gordo negociados na B3 registram forte valorização desde a última sexta-feira (16).

Entre o fim da semana passada e o fechamento desta terça-feira (20), o contrato com vencimento em fevereiro (BGIG26) acumulou alta de 2,04%, avanço de R$ 6,70, encerrando a R$ 325,20. No mesmo intervalo, o contrato de maio (BGIK26) subiu R$ 6,15 (+1,92%), enquanto o contrato de outubro (BGIV26) avançou 0,74%, saindo de R$ 336,60 para R$ 339,10.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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