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CSN Mineração (CMIN3) tem queda de 40% no lucro líquido no 4T25

12 mar 2026, 6:35 - atualizado em 12 mar 2026, 6:35
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(Imagem: CSN/Divulgação)

CSN Mineração (CMIN3) anunciou uma queda de 40,8% no seu lucro líquido no quarto trimestre de 2025 na comparação sazonal, atingindo R$ 1,194 bilhão. Conforme o balanço divulgado ao mercado na noite desta quarta-feira (11), no resultado total anual (2025 x 2024), a queda no lucro foi ainda maior, de 63,6%.

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Segundo a companhia, o tombo anual no lucro aconteceu “mesmo com todos os recordes operacionais verificados no período, majoritariamente explicado pelo impacto da variação cambial registrada no período”.

Na linha do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, que mede o desempenho operacional, a CSN Mineração teve queda de 12,6% no 4T25 na comparação com o 4T24, atingindo R$ 1,761 bilhão no segundo trimestre.

margem Ebitda ficou em 42,9% no último trimestre do ano, um recuo de 8,7 pontos percentuais ante o mesmo período do ano anterior.

“A queda de rentabilidade quando comparado com o 4T24 se deve aos maiores custos com compras de terceiros, além do aumento no custo unitário C1 verificado neste final de ano”, diz a CSN Mineração.

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A receita líquida ajustada da companhia no último trimestre de 2025 totalizou R$ 4,109 bilhões, alta de 5,2% sobre o mesmo período do ano anterior.

A CSN Mineração fechou o ano passado com uma dívida líquida de R$ 725,2 milhões, um resultado negativo que reverte o a situação positiva de R$ 4,642 bilhões verificada ao final de 2024. Segundo a empresa, essa mudança de cenário se deveu a aquisição de 11,92% das ações da MRS realizada no final do ano.

A alavancagem da empresa, medido pela relação Dívida Líquida/EBITDA UDM, fechou 2025 em 0,11x.

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Jornalista formado pela Universidade Municipal de São Caetano, tem MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA/USP e pós-graduação em Gestão de Marketing pela ESPM. Tem mais de 25 anos de experiência em redações e comunicação corporativa, com atuação em Economia, Finanças, Agronegócio, Infraestrutura, Política e Cidades. Vive em Madrid desde 2021 e é colaborador do Money Times.
Jornalista formado pela Universidade Municipal de São Caetano, tem MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA/USP e pós-graduação em Gestão de Marketing pela ESPM. Tem mais de 25 anos de experiência em redações e comunicação corporativa, com atuação em Economia, Finanças, Agronegócio, Infraestrutura, Política e Cidades. Vive em Madrid desde 2021 e é colaborador do Money Times.

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