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Dividendos: As ações que mais encheram o bolso dos acionistas no 1º semestre

02 jul 2023, 14:00 - atualizado em 30 jun 2023, 17:33
Petrobras, dividendos
Petrobras foi a ação que mais pagou dividendos no primeiro semestre (Imagem: Bloomberg)

O primeiro semestre chega ao fim e alguns nomes continuam figurando entre as maiores pagadoras de dividendos.

Segundo levantamento do TradeMap, novamente, a Petrobras (PETR3;PETR3) é a campeã, mesmo com a eleição do presidente Lula, que realizou uma série de críticas aos pagamentos.

Isso porque nos primeiros trimestre, o governo optou por manter a política adotada por Bolsonaro, algo que pode não ocorrer no próximo.

Empresa Código Rendimento de dividendos (em%)
Petrobras PETR4 19,4
Petrobras PETR3 16,95
CSN CMIN3 12,39
Energias do Brasil ENBR3 11
Banco do Brasil BBAS3 6,83
CPFL CPFE3 6,6
Bradesco BBDC3 6,33
Bradesco BBDC4 6,03
BB Seguridade BBSE3 5,9

O que esperar da Petrobras?

Em relatório enviado a clientes nas últimas semanas, o Goldman disse que espera retorno de 15% do fluxo de caixa livre (FCF) em 2024 e 2025, “um dígito médio alto para as principais empresas globais sob premissas de preços de petróleo semelhantes”, com distribuição de 40% do lucro.

Além disso, se baseasse suas políticas no que outras grandes companhias petrolíferas estão fazendo, a estatal poderia pagar mais US$ 3,9 bilhões em dividendos junto com os resultados do segundo trimestre em agosto e US$ 3,5 bilhões com os resultados do terceiro trimestre em outubro.

“Acreditamos que isso já implica um prêmio relevante em relação aos pares e indica que pelo menos uma parte do risco político já está precificada”, discorre.

Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os 50 jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022 e 2023. É editor-assistente do Money Times. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os 50 jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022 e 2023. É editor-assistente do Money Times. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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