Dólar

Dólar recua mais de 1% e fecha a R$ 5,42 no primeiro pregão de 2026

02 jan 2026, 17:03 - atualizado em 02 jan 2026, 17:09
renda fixa abrasileira e americana - trump
(imagem: Getty Images)

O dólar iniciou 2026 no mesmo ritmo do ano anterior: em baixa ante o real. Em 2025, o dólar acumulou desvalorização de 11,18% ante o real, o pior desempenho anual desde 2016. 

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Nesta sexta-feira (2), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,4256, queda de 1,16%. Na semana, a divisa acumulou baixa de 2,15% ante o real. 



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O movimento destoou da tendência externa. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, subia 0,11%, aos 98.428 pontos.

O que mexeu com o dólar hoje?

Com a liquidez limitada nos mercados, o dólar perdeu força ante o real, apesar da fraqueza das commodities.

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No cenário doméstico, os investidores operaram na expectativa por novos dados econômicos e novidades na corrida eleitoral. Em destaque, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência de inflação para o Banco Central (BC), de dezembro será divulgado na próxima sexta-feira (9).

Já no exterior, o mercado mantém “todos os olhos” sobre o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA). Os investidores aguardam a indicação do presidente norte-americano, Donald Trump, à presidência do BC e já precificam uma possível flexibilização monetária com a troca no comando do Fed.

O mandato de Jerome Powell como presidente da autarquia termina em maio e Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, e o diretor do BC, Christopher Waller, são os nomes mais cotados para a cadeira.

*Com informações de Reuters

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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