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Eleições 2026: Como fazer sua ‘colinha’ para votar? Veja qual a sequência nas urnas neste domingo (4)

04 out 2026, 7:00
(Alejandro Zambrana/TSE)

As eleições de 2026 podem confundir alguns eleitores, pois neste ano será preciso votar em seis candidatos diferentes. Por isso, é importante fazer uma “colinha” para ajudar na hora de incluir seus votos na urna eletrônica.

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Vale lembrar que o uso de aparelhos celulares ou equipamentos eletrônicos dentro da cabine de votação é proibido por lei.

Veja qual a sequência da votação:

  1. Deputado federal (número com quatro dígitos);
  2. Deputado estadual ou distrital (com cinco dígitos);
  3. Senador – 1ª vaga (com três dígitos);
  4. Senador – 2ª vaga (com três dígitos);
  5. Governador e vice-governador (com dois dígitos);
  6. Presidente e vice-presidente (com dois dígitos).

Após cada escolha, preste bastante atenção na urna eletrônica e confira a foto, o nome e a legenda partidária na tela.

Se houver erro de digitação, aperte o botão laranja “Corrige” e digite novamente. Uma vez pressionada a tecla verde “Confirma”, o voto é gravado de forma definitiva e não pode ser corrigido.

Atenção com voto para senador

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Cada eleitor deverá escolher dois candidatos ao Senado. Não se pode repetir o voto no mesmo candidato.

Ao tentar digitar o mesmo número para a primeira e para a segunda vaga, a urna considerará o segundo registro como voto nulo.

Teste no site do TSE

Se o cidadão quiser testar sua agilidade antes do dia do pleito, pode acessar o Simulador de Votação no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A ferramenta interativa funciona como uma urna real, permitindo simular todo o rito de digitação de forma didática.

Como funciona no segundo turno e voto fora do Brasil

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A dinâmica de votação passa por uma simplificação em cenários específicos.

Se a disputa atingir o segundo turno, o eleitor votará em no máximo dois nomes: primeiro para governador e depois para presidente, ambos com 2 dígitos (caso não haja segundo turno para governo estadual, a urna exibirá direto a tela para presidente).

Para quem possui domicílio eleitoral no exterior, o procedimento é ainda mais enxuto: esses cidadãos votam unicamente para presidente da República (2 dígitos), ficando isentos da votação para os cargos federais e estaduais.

* Sob supervisão de Maria Carolina Abe

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Matheus Marques é estudante de jornalismo no IESB. Ele atua como estagiário em um núcleo de conteúdo mantido pelo Money Times, em Brasília (DF), em parceria com outros veículos de informação.
Matheus Marques é estudante de jornalismo no IESB. Ele atua como estagiário em um núcleo de conteúdo mantido pelo Money Times, em Brasília (DF), em parceria com outros veículos de informação.

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