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EUA: Apple e Broadcom limitam ganhos de Wall Street

13 set 2019, 13:08 - atualizado em 13 set 2019, 13:08
O índice Dow Jones sobe 0,21%, a 27.239 pontos (Imagem: REUTERS/Brendan McDermid)

As perdas das principais empresas de tecnologia dos Estados Unidos — Apple e Broadcom — compensavam os ganhos iniciais em Wall Street nesta sexta-feira, com operadores ainda digerindo os últimos indicadores em meio a uma perspectiva incerta de crescimento global e a percepção de um progresso na redução das tensões comerciais entre EUA e China.

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O índice Dow Jones sobe 0,21%, a 27.239 pontos, enquanto o S&P 500 ganha 0,10666%, a 3.013 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recua 0,02%, a 8.193 pontos.

A Broadcom, uma das maiores fabricantes de chips do mundo, pesava sobre o Nasdaq, depois de informar em sua divulgação de resultados na quinta-feira que a demanda por chips diminuiu e que ainda não havia sinais de uma recuperação.

Isso sinalizava mais ventos contrários para as empresas de tecnologia, que foram pressionadas este ano pelo conflito comercial entre EUA e China, e se somava a alguns sinais negativos para a Apple, incluindo um corte do Goldmans Sachs em seu preço-alvo para as ações, citando preocupações com seu novo serviço Apple TV+.

Depois de um início positivo para Wall Street, as duas empresas eram o principal fator de pressão sobre o S&P 500.

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As ações financeiras do S&P subiam 0,44%.

As ações bancárias acompanhavam os rendimentos dos Treasuries, que seguiam elevados, depois que dados mostraram que as vendas no varejo dos EUA subiram 0,4% em agosto, impulsionadas por gastos com veículos, materiais de construção, saúde e hobbies. A previsão média era de um aumento de 0,2% em agosto.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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